26 de fevereiro de 2024 às 20:46
Edinazio Silva divulgou uma nota nesta segunda-feira, 26 de fevereiro, para anunciar que vai judicializar eleições do PRTB após denuncias de tentativa de compra de voto de uma das chapas que concorriam.
Imagens enviadas ao Portal de Prefeitura, mostra o momento em que Tiago Brunelo recebe uma oferta de R$ 2 milhões para apoiar a Chapa 4.
De acordo com o pedido de impugnação, Brunelo e sua família tinha um total de oito votos e faria bastante diferença nas eleições do partido.
Como pernambucano nunca fugi à luta. De origem humilde nasci no Morro da Conceição, localizado no bairro de Casa Amarela, sou filho de gari e de uma doméstica do lar, ambos analfabetos, mas persisti no caminho da educação, da ética e da justiça.
Disputei a eleição do diretório nacional do PRTB no último dia 23, em Brasília, na sede do TRE-DF, partido que ao lado do seu fundador Levy Fidelix defendi, sou membro, decano e conheço de perto as pessoas que pensam em reconstruir a sigla partidária.
Não reconheço os resultados das urnas da eleição devido ao abuso do poder econômico, fraude processual e corrupção.
A chapa vencedora usou e abusou dos termos financeiros para atrair eleitores conforme matérias divulgadas pela imprensa e os testemunhos de membros do colégio eleitoral.
Alem de tais informações, consta na ata convencional, reconhecida pelo interventor Luciano Felicio Fuck, o registro de 12 pessoas não filiadas ao PRTB, fora o voto de um eleitor falecido, Sr. José Carlos Galtarossa.
Diante dos fatos, estou judicializando o resultado das eleições, pedindo a cassação da chapa por abuso do poder econômico, fraude processual e corrupção.
Vamos à luta!
Edinazio Silva
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A decisão foi comunicada pelo Governo de Pernambuco à Justiça Eleitoral nesta terça-feira, 14 de abril, atendendo a uma solicitação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.
O distanciamento do deputado em relação a setores da direita foi sua posição sobre o projeto de lei que trata da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Em março, o presidente marcava 46% em um eventual segundo turno enquanto o senador tinha 43%, empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.
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