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Aldo Rebelo, ex-comunista, lança oficialmente pré-candidatura à Presidência por partido cristão

Durante o evento de lançamento, o ex-ministro de Lula e Dilma afirmou que o Brasil precisa "remover obstáculos institucionais".

Ricardo Lélis

01 de fevereiro de 2026 às 11:06   - Atualizado às 11:06

Aldo Rebelo

Aldo Rebelo (Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)

Aldo Rebelo lançou, no sábado, 31 de janeiro, a sua pré-candidatura à Presidência da República pelo partido Democracia Cristã (DC), com um discurso centrado no reequilíbrio entre os Poderes e em críticas ao Judiciário.

Ex-ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e nome histórico da esquerda brasileira, Aldo Rebelo rompeu com seu antigo campo político, aproximou-se do bolsonarismo nos últimos anos e agora tenta viabilizar um projeto próprio para a disputa ao Palácio do Planalto.

Durante o evento de lançamento, Aldo afirmou que o Brasil precisa “remover obstáculos institucionais”. Ele disse ter “apreço pessoal por alguns ministros do STF”, mas ressaltou que suas críticas não se dirigem a pessoas específicas.

“Não é um problema pessoal, é um problema institucional”, declarou, ao defender que o Supremo Tribunal Federal “não pode ser um poder acima dos demais”.

O pré-candidato voltou a criticar decisões recentes da Corte e citou o julgamento do marco temporal como exemplo de conflito entre o Judiciário e o Legislativo.

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Aldo lembrou que passou “24 anos” na Câmara dos Deputados sem ver contestação ao entendimento original sobre o tema.

Segundo ele, o choque entre decisões dos dois Poderes gerou insegurança jurídica. “O Congresso aprovou uma norma, dizendo que o marco temporal estava em vigor, e o Supremo revogou essa norma”, afirmou, acrescentando que o país convive atualmente com “duas normas contraditórias”.

Aldo Rebelo critica Lula

Aldo Rebelo fez críticas diretas ao Governo Lula (PT) ao comentar a relação entre Brasil e Estados Unidos.

Em entrevista concedida ao Gazeta do Povo, no dia 18 de dezembro, ele afirmou acreditar na existência de acordos reservados entre os dois países para a revogação de sanções aplicadas a autoridades brasileiras com base na Lei Magnitsky.

Segundo Rebelo, a mudança de postura do presidente norte-americano Donald Trump não ocorreu de forma espontânea e com possivelmente envolvendo o acesso a terras raras brasileira. 

“Não tenho dúvida nenhuma de que há acordos reservados ou secretos para explicar essa mudança de posição do governo dos Estados Unidos. Tudo aquilo que eles podiam prometer, o Lula podia entregar”, declarou, mantendo o tom crítico em relação à condução da política externa brasileira.

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