Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) Fotos: Reproduação
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, mostra que 44% dos eleitores têm mais receio da continuidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 42% temem mais a volta da família Bolsonaro ao poder do Brasil.
Os porcentuais estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Na comparação com o levantamento da semana passada, o receio de um novo mandato de Lula oscilou de 43% para 44%, enquanto o temor do retorno dos Bolsonaro passou de 43% para 42%. Ambas as variações ficaram dentro da margem de erro.
Outros 7% disseram ter medo das duas possibilidades, 2% não temem nenhuma delas e 5% não souberam ou preferiram não responder.
Em julho, 46% apontavam maior receio da volta da família Bolsonaro, ante 38% que temiam a continuidade de Lula. Em 14 de agosto, os índices eram de 45% e 41%, respectivamente, até chegarem ao empate numérico de 43% na rodada anterior.
No recorte regional, 56% dos eleitores do Nordeste temem mais o retorno dos Bolsonaro, enquanto 33% apontam a continuidade de Lula.
No Sudeste, 47% têm maior receio de um novo mandato do petista, ante 37% que citam a família do ex-presidente. No Sul, os índices são de 51% e 36%, respectivamente. No Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, são de 48% e 37%.
Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, 50% temem mais a volta dos Bolsonaro, contra 35% que apontam a continuidade de Lula. Entre os que recebem mais de cinco salários mínimos, 51% têm maior receio de outro mandato do petista, ante 36% que citam o retorno da família do ex-presidente.
Entre os evangélicos, 54% temem mais a continuidade de Lula e 30%, a volta dos Bolsonaro. Entre os católicos, 48% apontam maior receio do retorno da família do ex-presidente, contra 39% que citam um novo mandato do petista.
Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2 p.p. e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.
Estadão Conteúdo
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21:39, 04 Out
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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