Prédio do TSE Brasília Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou, em portaria publicada nesta sexta-feira, 7, um órgão para acompanhar riscos associados ao uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas e a desinformação relacionada às eleições. O conselho será composto por especialistas de áreas consideradas estratégicas e vai assessorar o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques.
De acordo com a portaria, o grupo deverá realizar estudos para fortalecer a integridade das informações sobre o processo eleitoral, além de acompanhar a desinformação relacionada ao pleito e o uso indevido de inteligência artificial.
O órgão também poderá apresentar recomendações para aprimorar as ações da Justiça Eleitoral e propor a cooperação com outros órgãos públicos, empresas, universidades e entidades da sociedade civil.
Os membros, que não serão remunerados, ainda serão definidos por um ato de Nunes Marques. O grupo deverá se reunir pelo menos uma vez por mês, a partir de agosto, até 31 de dezembro de 2026.
As resoluções aprovadas pelo TSE para o pleito de outubro proíbe a publicação de conteúdos criados ou manipulados ou IA para difundir desinformação sobre o processo eleitoral. As normas permitem o uso de IA nas campanhas, mas exigem a rotulagem dos conteúdos.
Além disso, no período de 72h antes até 24h depois das eleições, será proibida a circulação de quaisquer conteúdos sintéticos novos produzidos ou alterados por IA modifiquem voz ou imagem de candidato ou de pessoa pública, ainda que rotulados.
Estadão Conteúdo.
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No domingo (4), a aba de visualização "Brasil" do painel do TSE parou de funcionar de forma inesperada às 19h14 com uma pausa de 50 minutos na divulgação do resultado da votação para presidente.
Caso o pedido seja homologado, os votos atribuídos a Garotinho serão definitivamente anulados e excluídos da base de cálculo dos votos válidos.
A decisão atende a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que não encontrou elementos que justificassem uma apuração.
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