Lula com alunos do Programa Pé-de-Meia Foto: Ricardo Stuckert
A Educação de Jovens e Adultos (EJA), voltada para quem não concluiu a educação básica na idade regular, registrou uma queda de 198 mil alunos em 2024, atingindo o menor número de matrículas de sua história. Os dados, divulgados pelo Censo Escolar, produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), refletem uma tendência preocupante para a educação no Brasil.
Em paralelo, o Censo Escolar revela que quase metade da população brasileira adulta, com mais de 25 anos, ainda não completou o ensino médio, o que representa um total de 65 milhões de pessoas. Esse dado aponta para uma grande lacuna educacional que persiste no país, afetando um número considerável de adultos que ainda enfrentam desafios para concluir a formação básica.
A perda de alunos na EJA e o alto índice de adultos sem o ensino médio completo indicam um cenário de desmotivação e falta de acesso à educação em algumas regiões do Brasil. Especialistas apontam que, embora o país tenha avançado no acesso à educação infantil e ao ensino fundamental, o ensino médio e a educação para jovens e adultos ainda enfrentam dificuldades, como a falta de políticas públicas eficazes e a necessidade de oferecer formas de ensino mais flexíveis e acessíveis para essa parcela da população.
A EJA, que já foi uma alternativa importante para a inclusão de adultos e jovens no sistema educacional, enfrenta desafios como a baixa adesão e a dificuldade de permanência dos estudantes. Além disso, muitos adultos precisam conciliar os estudos com o trabalho, o que torna ainda mais difícil a continuidade da educação formal.
Esses dados levantam a necessidade urgente de uma reforma educacional que considere a realidade do estudante adulto, promovendo mais oportunidades e flexibilização de horários, para que mais brasileiros possam concluir sua formação escolar e se inserir de forma mais eficaz no mercado de trabalho.
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A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
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