Eduardo Moura e João Campos. Foto: Divulgação
O vereador Eduardo Moura (Novo) fez duras críticas à gestão do prefeito João Campos (PSB) durante seu pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal do Recife, nesta terça-feira, 28 de outubro. O parlamentar cobrou mais compromisso da prefeitura com os servidores públicos e com os candidatos aprovados em concursos municipais que ainda aguardam convocação.
A fala de Eduardo Moura ocorre no mesmo dia em que João Campos publicou uma mensagem nas redes sociais parabenizando os servidores públicos pela data comemorativa. O vereador afirmou que a homenagem não reflete a realidade enfrentada pelos profissionais e apontou contradições entre o discurso do prefeito e as ações da administração municipal.
Segundo o parlamentar, o Recife sofre com a falta de novos concursos e com o não chamamento de aprovados em seleções já realizadas. Eduardo Moura destacou que muitos aprovados seguem aguardando nomeação, enquanto a prefeitura amplia o número de cargos comissionados.
Durante o discurso, Eduardo Moura apresentou dados que, segundo ele, evidenciam o descaso com o serviço público. O último concurso da Guarda Municipal do Recife, por exemplo, ocorreu em 2014, sem previsão de nova seleção. Situação semelhante ocorre com a rede municipal de saúde, onde técnicos de enfermagem e enfermeiros também aguardam nomeação desde o concurso de 2014. O parlamentar lembrou ainda que o certame realizado em 2019 já foi prorrogado três vezes.
Na área da educação, o vereador apontou problemas na convocação de professores. De acordo com Eduardo Moura, o município mantém cadastro de reserva sem utilização, mesmo com relatos de falta de docentes em sala de aula. O parlamentar citou ainda que há defasagem de profissionais na carreira de apoio à docência (ADI e ADE), com cerca de 100 aprovados ainda não convocados de um total de 400.
Eduardo Moura também chamou atenção para o número de cargos comissionados criados durante a gestão de João Campos. Segundo o vereador, a prefeitura abriu mais de 4 mil vagas desse tipo, o que ele considera uma contradição diante da ausência de concursos públicos.
“É esse o respeito que ele tem pelos servidores?”, questionou.
1
3
4
13:37, 15 Abr
31
°c
Fonte: OpenWeather
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O presidente destacou que o aluno que quiser se preparar militarmente deve estudar a mesma coisa que todos os brasileiros estudam.
mais notícias
+