Governador Eduardo Leite. Foto: Divulgação
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou que é pré-candidato a presidente do Brasil. A confirmação aconteceu na terça-feira, 20 de maio, durante a 26ª Marcha dos Prefeitos a Brasília.
"Sim, eu sou um pré-candidato à presidência da República. Busco este caminho, é uma aspiração legítima de quem foi prefeito, governador e quer muito contribuir com o Brasil", disse.
Eduardo Leite se filiou ao PSD no início deste mês. Durante o ato, Gilberto Kassab, presidente nacional da sigla, apresentou o novo correligionário como pré-candidato à presidência da República "por todas as suas qualidades e experiência".
Terceira via
O governador do Rio Grande do Sul afirmou que a ala pró-Lula não é maioria no PSD e que os eleitores estão insatisfeitos com o líder petista. No entanto, Leite avalia que a população também não quer a volta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao poder.
“O sentimento é de insatisfação com o atual governo, mas não é de saudosismo em relação ao governo anterior”, disse o governador em entrevista ao jornal O GLOBO no dia 10 de maio.
Diante dessas "insatisfações", Eduardo Leite se apresenta como o nome do PSD mais viável para disputar o Palácio do Planalto e com uma linha "mais conciliadora".
Segundo Kassab, o debate sobre a pré-candidatura deve ocorrer "mais tarde neste ano". A sigla avalia como positivo ter um nome próprio na disputa pelo Palácio do Planalto para se distanciar da polarização protagonizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Se não conseguir ser o nome do PSD para disputar o comando do país, Leite deve se candidatar ao Senado.
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Com isso, o Tribunal de Justiça do Rio (RJ-RJ) vai oficializar, em breve, a queda da liminar que havia concedido à atleta trans para que ela pudesse atuar.
De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
A atuação incluirá ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados e apoio logístico em outros 39 municípios de oito unidades da federação.
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