Governador Eduardo Leite. Foto: Divulgação
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, recém-filiado ao PSD, afirmou que a ala pró-Lula não é maioria do partido e que os eleitores estão insatisfeitos com o líder petista. No entanto, Leite avalia que a população também não quer a volta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao poder.
“O sentimento é de insatisfação com o atual governo, mas não é de saudosismo em relação ao governo anterior”, disse o governador em entrevista ao jornal O GLOBO neste sábado, 10 de maio.
Diante dessas "insatisfações", Eduardo Leite se apresenta como o nome do PSD mais viável para disputar o Palácio do Planalto e com uma linha "mais conciliadora".
A declaração do governador gaúcho vai na contramão do que o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, já afirmou. Para ele, o melhor nome para a disputa pela Presidência da República seria o governador do Paraná, Ratinho Júnior.
Segundo Kassab, o debate sobre a pré-candidatura deve ocorrer "mais tarde neste ano". A sigla avalia como positivo ter um nome próprio na disputa pelo Palácio do Planalto para se distanciar da polarização protagonizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Se não conseguir ser o nome do PSD para disputar o comando do país, Leite deve se candidatar ao Senado.
“Quero ter a oportunidade de liderar um projeto para o Brasil e para o futuro. Mas não farei a minha aspiração pessoal ser maior do que a minha vontade como brasileiro de construir um projeto melhor para o Brasil. E isso pode significar, eventualmente, considerar lá na frente que um outro nome possa fazer isso melhor do que o meu. Nesse caso, a candidatura ao Senado é um caminho”, disse.
Eduardo Leite acredita que, mesmo com o PSD comandando 3 ministérios atualmente, as chances para que o partido apoie um novo mandato de Lula são "muito remotas, para não dizer inexistentes".
“Essa participação [ministerial] não vai virar uma aliança eleitoral para 2026”, acrescentou.
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De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.
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