Pernambuco, 13 de Setembro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Eduardo da Fonte solicita a Lula redução de impostos para o Polo de Confecções em Pernambuco

A petição acontece depois da remoção de impostos da "taxa das blusinhas" para produtos chineses, com o objetivo de fortalecer a economia do Agreste pernambucano.

Braian

14 de maio de 2026 às 13:19   - Atualizado às 13:21

Eduardo da Fonte pede a lula redução de impostos para polo textil em Pernambuco

Eduardo da Fonte pede a lula redução de impostos para polo textil em Pernambuco Foto: Divulgação

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), junto com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), encaminhou ao presidente Lula da Silva um ofício solicitando a redução de impostos para a matéria-prima utilizada pela Indústria de Confecções de Pernambuco, que abastece o Polo de Confecções. A solicitação acontece após a retirada dos impostos da chamada “taxa das blusinhas” para produtos chineses, com o objetivo de fortalecer e proteger a produtividade do Agreste diante da concorrência desigual com produtos importados.

No documento, os parlamentares destacam que municípios como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru concentram um dos maiores arranjos produtivos do país, responsável pela geração de mais de 240 mil empregos diretos e indiretos e movimenta mais de 15 bilhões por ano em Pernambuco.

A proposta defende a redução da carga tributária sobre os insumos da cadeia produtiva para garantir mais competitividade à indústria nacional, reduzir custos de produção e preservar empregos no setor têxtil e de confecções.

“Proteger o Polo de Confecções significa defender milhares de trabalhadores, pequenos confeccionistas, comerciantes e famílias que dependem diretamente dessa atividade para sobreviver. Precisamos garantir condições justas para quem produz e gera emprego em Pernambuco”, destacou Eduardo da Fonte. 

Os deputados alertam que a ampliação das vantagens para produtos importados pode comprometer diretamente a competitividade das pequenas e médias empresas pernambucanas, que sustentam a economia do Agreste. A medida proposta busca assegurar equilíbrio concorrencial, fortalecer a produção nacional e incentivar o desenvolvimento regional.

Veja Também

Taxa das blusinhas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na noite desta terça-feira, 12 de maio, uma Medida Provisória (MP) que zera o imposto federal da chamada "taxa das blusinhas", um tributo sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A assinatura da medida não estava prevista na agenda. O presidente convocou representantes dos ministérios e abriu uma transmissão para o ato, que foi informada à imprensa instantes antes de começar. 

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou os detalhes da medida. Ceron representou a pasta no ato, já que o ministro Dario Durigan estava em uma audiência pública da Câmara dos Deputados sobre a escala 6x1. 

"Presidente, com a sua autorização, comunicamos que, depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante", disse Ceron, durante a cerimônia de assinatura.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

03:31, 13 Set

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Marília Arraes, candidata ao Senado por Pernambuco
Agenda

Marília Arraes faz novo giro pelo Agreste e amplia mobilização da Frente Popular

Candidata ao Senado esteve em Orobó, Casinhas, Santa Cruz do Capibaribe e Surubim ao lado de João Campos, Humberto Costa e lideranças da região

Ministros do STF.
Levantamento

Datafolha: 76% dos brasileiros afirmam que há poder excessivo no STF; maioria diz que não mudou voto após crise

O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.

Ministros Fachin e André Mendonça.
Decisão

STF: Fachin marca sessão sobre André Mendonça para 23 de setembro

Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.

mais notícias

+

Newsletter