Deputado federal Eduardo Bolsonaro. Foto: Câmara dos Deputados
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) chamou a polícia dos Estados Unidos na sexta-feira, 17 de outubro, após perceber a presença suspeita de dois homens em um carro estacionado em frente à sua residência.
Segundo o parlamentar, o motorista e o passageiro do veículo estavam “observando atentamente” sua casa e aparentavam tirar fotos com os celulares.
"Hoje à tarde, enquanto eu não estava em casa, minha esposa percebeu um carro com vidros escuros estacionado em frente à nossa residência. Dentro dele havia dois homens usando óculos escuros, observando atentamente a casa. Ela preferiu não comentar nada com minha sogra para não assustá-la, mas a situação era tão evidente que até ela acabou notando. O veículo permaneceu ali por um bom tempo, com os ocupantes em atitude suspeita, pareciam tirar fotos da casa ou manipular o celular de forma estranha", descreveu o congressista em post nas redes sociais.
O deputado Eduardo Bolsonaro relatou que, ao perceber a movimentação suspeita, os homens agiram de forma estranha ao deixarem o local.
"Quando decidiram sair, agiram de maneira incomum: em vez de simplesmente passar em frente à nossa casa, deram meia-volta e foram embora. Por que evitaram passar pela frente? Medo de serem registrados pelas câmeras?", indagou.
O deputado também ressaltou que, no estado do Texas, onde reside, os cidadãos possuem tanto o direito quanto os recursos necessários para se defenderem caso enfrentem alguma situação de ameaça mais grave.
"No mais, reafirmo: no Texas, as pessoas têm o direito e os meios para se proteger, caso algo venha a evoluir para uma conduta mais ofensiva", completou.
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Durante uma transmissão ao vivo pelo Instagram, ele relatou como recebeu a intimação da Polícia Federal (PF) para entregar os passaportes, mas não apresentou detalhes sobre a viagem ao exterior nem sobre a organização da fuga do país.
Entre os capturados neste ano, estão 1.412 pessoas procuradas por crimes sexuais, incluindo estupro e abuso sexual de crianças e adolescentes.
Segundo o TSE, a diminuição no tempo de apuração dos votos se deu em razão da capacidade de processamento dos sistemas, que são atualizados a cada ciclo eleitoral.
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