José Dirceu em festa de aniversário. Foto: Reprodução/Redes Sociais
A celebração dos 79 anos do ex-ministro José Dirceu movimentou a noite da terça-feira, 11 de março, em Brasília. O evento reuniu petistas, ministros, parlamentares da cúpula da Câmara dos Deputados, líderes do centrão e militantes da esquerda.
Mesmo sem ocupar um cargo no governo, Dirceu demonstrou sua influência política. O grande fluxo de carros nos arredores da festa indicava a alta popularidade do ex-ministro, com convidados enfrentando trânsito e longas filas para entrar.
Entre os ministros presentes estavam:
Também compareceram os petistas que lideram articulações no Congresso, como Lindbergh Farias (RJ), José Guimarães (CE) e Jaques Wagner (BA).
Ao lado de Dirceu e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), eles posaram para fotos diante de um painel com a mensagem: “uma vida de militância e luta”.
Em meio às articulações internas para assumir a presidência do PT, Edinho Silva recebeu cumprimentos de convidados que o chamavam de “presidente”.
A festa aconteceu no Setor de Clubes Sul, região central de Brasília.
O grande número de convidados formou uma fila que ultrapassou 100 pessoas, incluindo parlamentares que precisaram aguardar para entrar.
Lá dentro, o calor intenso provocado pela multidão fez com que o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), filho do ex-ministro, abanasse o pai com um leque. Enquanto isso, os pedidos de selfies não paravam.
Pouco antes das 22h, José Dirceu discursou e reforçou a necessidade de sustentação política ao governo Lula, mirando as eleições presidenciais de 2026. Ele defendeu a união de diferentes partidos da esquerda.
“Não apenas da federação do PT com o PCdoB e PV. Precisamos de PSOL, Rede, PDT, PSB. Precisamos estar todos juntos. E precisamos de todos aqueles que no Brasil defendem a democracia e a soberania”, afirmou.
Ele também criticou o impeachment de Dilma Rousseff, classificando-o novamente como um golpe, além de reforçar sua oposição à Operação Lava Jato.
“Romperam o pacto democrático nacional”, declarou.
Dirceu ainda alertou sobre o avanço da extrema-direita no cenário global e mencionou que, em sua visão, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), representa o bolsonarismo puro, sem ser uma alternativa política moderada.
Após o discurso, a música ao vivo embalou o restante da noite. Mas as celebrações não terminam por aí. No sábado, Dirceu promoverá uma feijoada em São Paulo e espera reunir mais de 800 pessoas.
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A declaração inicial ocorreu após Casagrande questionar entrevistas do senador focadas em futebol, mesmo o ex-jogador ocupando uma cadeira no Senado.
A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência.
Para o deputado, a decisão é resultado de um amplo diálogo com lideranças da sigla.
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