Cármen Lúcia e Flávio Dino. Foto: Reprodução/Globo e Gustavo Moreno/STF.
O clima no Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou um tom descontraído nesta quinta-feira, 11 de setembro, durante a análise do processo que apura a chamada trama golpista contra o sistema de votação.
O ministro Flávio Dino fez uma série de comentário direcionados à ministra Cármen Lúcia, que apresentou seu posicionamento na sessão. A ministra explicou que seu voto era extenso, mas que optaria por expor apenas um resumo em plenário.
“Está aqui o meu voto impresso que eu não lerei, de jeito nenhum”, afirmou. Dino não perdeu a oportunidade e rebateu: “Se tem voto eletrônico, não precisa de voto impresso”.
A fala arrancou risos no plenário e na sequência, Cármen Lúcia disse que, apesar de não ler todo o documento, mantinha o hábito de escrever e registrar suas anotações em papel. Dino novamente interveio em tom de brincadeira: “Nós dois somos analógicos, embora a senhora seja mais jovem”.
As trocas de comentários entre os ministros aconteceram um dia depois do voto do ministro Luiz Fux, que consumiu mais de 13 horas de leitura. A intervenção de Dino e a resposta bem-humorada de Cármen ajudaram a aliviar a tensão após a maratona da sessão anterior.
A sessão desta quinta havia sido programada para durar entre 9h e 12h, mas o extenso conteúdo dos votos e os debates entre os ministros voltaram a alongar o tempo previsto. Apesar disso, os momentos de leveza protagonizados por Dino e Cármen Lúcia marcaram a manhã.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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