A ex-presidente assumiu a presidência do banco em abril de 2023, com mandato previsto para encerrar em julho deste ano.
24 de março de 2025 às 13:08 - Atualizado às 13:08
Ex presidente Dilma Rousseff e Vladimir Putin. Foto: Reprodução/ Facebook Dilma
A ex-presidente Dilma Rousseff foi reconduzida ao comando do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco do BRICS. A decisão foi tomada com concordância do presidente da Rússia, Vladimir Putin, já que o país era responsável pela indicação do cargo.
Dilma assumiu a presidência do banco em abril de 2023, com mandato previsto para encerrar em julho deste ano. No entanto, ainda em 2024, Putin defendeu a permanência da brasileira à frente da instituição. O líder russo argumentou que as avaliações impostas à Rússia, em razão da guerra na Ucrânia, poderiam dificultar a atuação de um representante do país no banco.
A prorrogação do mandato de Dilma também é vista como um gesto ao Brasil e uma solução temporária para os russos, que podem voltar a pleitear a presidência futuramente, caso as restrições internacionais sejam flexibilizadas.
Putin já elogiou publicamente a gestão de Dilma. Em junho de 2023, durante um encontro em São Petersburgo, ele parabenizou um ex-presidente brasileiro pelo “progresso” do banco sob sua liderança.
Nas redes sociais, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, celebrou a continuidade de Dilma no cargo. “Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos BRICS vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países”, escreveu no X (antigo Twitter).
Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos BRICS vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países.
A presidência e a vice-presidência do Banco do BRICS seguem um sistema de rodízio entre os países fundadores: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Criado formalmente em 2015, o banco financia projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países-membros.
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