Alexandre de Moraes. Foto: Fellipe Sampaio/STF
Foi enviada à Alta Representante da União Europeia para Relações Exteriores, Kaja Kallas, uma carta com um pedido de sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A solicitação foi elaborada por 16 parlamentares europeus, nesta quarta-feira, 30 de julho.
O pedido feito no documento é para que a União Europeia congele bens e imponha restrições de viagem ao magistrado, por supostas violações de direitos humanos e ameaças à democracia.
De acordo com os deputados, o ministro brasileiro seria o condutor de uma campanha de “censura” e “perseguição política” no Brasil.
“Em muitas situações, o juiz Moraes tem agido unilateralmente, com poderes que lhe permitem, na prática, atuar como investigador, promotor e juiz ao mesmo tempo”, diz o texto.
Além disso, os parlamentares ainda acusam Moraes de impor um “autoritarismo judicial”, comparando suas ações a regimes como os da China e da Rússia.
O documento também ressalta que o ministro teria se utilizado do cargo para "remover Bolsonaro das redes sociais" e impedir que terceiros divulgassem entrevistas, áudios ou vídeos relacionados ao ex-presidente.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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