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Deputado Pastor Júnior Tércio critica gasto de R$ 876 milhões do governo Lula com propaganda

Nas redes sociais, o parlamentar classificou o gasto como uma "farra com o dinheiro do povo" e questionou as prioridades do governo federal.

Fernanda Diniz

11 de novembro de 2025 às 17:29   - Atualizado às 17:30

Deputado estadual Pastor Júnior Tércio e Lula.

Deputado estadual Pastor Júnior Tércio e Lula. Arte: Portal de Prefeitura

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) fez críticas ao governo Lula após a divulgação de que serão destinados R$ 876 milhões para publicidade institucional em 2025, ano que antecede as eleições.

Nas redes sociais, o parlamentar classificou o gasto como uma “farra com o dinheiro do povo” e questionou as prioridades do governo federal diante da atual situação do país.

“R$ 876 milhões pra propaganda em ano pré-eleitoral! O povo na fila do INSS, hospitais sem verba, insegurança nas ruas… Mas pra gastar com publicidade, o caixa tá cheio!”, escreveu o deputado, afirmando que o atual governo tem se caracterizado pela incoerência e pelo desperdício de recursos públicos.

Segundo Tércio, enquanto milhares de brasileiros aguardam atendimento no INSS, enfrentam a falta de remédios e de estrutura nos hospitais públicos e convivem com o aumento da criminalidade, o governo prefere investir em publicidade para tentar melhorar sua imagem diante da população.

“É ou não é o governo da mentira?”, questionou o parlamentar, destacando que, na sua avaliação, o governo petista utiliza o dinheiro público para fazer propaganda política disfarçada de informação institucional.

Veja Também

Júnior Tércio sobre apoiar Lula 

 

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) usou as redes sociais, nesta segunda-feira, 27 de outubro, para criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em publicação, o parlamentar afirmou que “para ser anti-Lula não é preciso ser de direita, basta ser inteligente o suficiente para não cair em conversa fiada”.

Na postagem, Júnior Tércio também associou o atual governo a práticas de corrupção e escândalos, dizendo que “o povo já entendeu que corrupção, escândalo e mentira não são projeto de governo, mas a face de um sistema que usa o povo e vende esperança vazia”.

"Pra ser anti-Lula não precisa ser de direita. Basta ser inteligente o suficiente pra não cair em conversa fiada. O povo já entendeu que corrupção, escândalo e mentira não são “projeto de governo”. São a face de um sistema que usa o povo e vende esperança vazia", escreveu o deputado. 

Conhecido por seu posicionamento conservador e atuação entre o público evangélico, o deputado tem sido uma das vozes mais críticas à gestão petista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Júnior Tércio critica brega funk em escolas 

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) usou as redes sociais para comentar um vídeo que mostra alunos dançando brega funk durante um evento escolar. (Veja vídeo abaixo)

Na publicação, o parlamentar questionou os pais sobre o tipo de ensino que desejam para seus filhos, relacionando o episódio a uma reflexão mais ampla sobre os valores transmitidos nas escolas.

“Qual escola você prefere para o seu filho? De um lado, disciplina, respeito e valores. Do outro, bagunça, desordem e tudo que destrói o que é mais precioso: a formação de caráter”, escreveu o pastor.

Veja vídeo: 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Na mensagem, Júnior Tércio defendeu que a educação deve priorizar princípios e ordem.

Segundo Tércio, o país precisa “resgatar princípios” para evitar a perda de referências que considera fundamentais. “Educação de verdade começa com ordem, valores e temor a Deus”, afirmou.

O posicionamento foi publicado após a repercussão do vídeo do evento estudantil e gerou reações nas redes sociais.

"O Brasil precisa resgatar princípios, não perder o rumo. Educação de verdade começa com ordem, valores e temor a Deus", escreveu o deputado. 

Outras pautas de Júnior Tércio 

A Lei nº 18.954, de 10 de outubro de 2025, que trata de forma direta o vício em apostas esportivas, cassino e jogos de azar, foi promulgada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e institui a Política Estadual de Combate ao Vício em Apostas. A iniciativa partiu de um projeto apresentado pelo deputado estadual Pastor Júnior Tércio (Progressistas), junto com outros parlamentares, diante do avanço das plataformas de apostas e dos impactos que essa prática tem causado na vida de milhares de famílias.

O texto reúne medidas como campanhas educativas, capacitação de profissionais, parcerias com instituições e criação de canais de apoio. Também prevê fiscalização de conteúdo e publicidade das plataformas. A partir da vigência, serviços de apostas devem exibir, de forma clara e permanente, o aviso: “A prática de jogo pode viciar e provocar problemas emocionais e financeiros”.

Pastor Júnior Tércio destacou que, embora a medida não seja a solução definitiva, representa um avanço importante no enfrentamento do problema.

“Desde 2023, quando demos entrada nesse projeto, já era evidente o prejuízo que o vício em apostas estava causando nas famílias. De lá pra cá, infelizmente, a situação só piorou. O número de dependentes aumentou, o endividamento se agravou e muitas vidas foram destruídas por conta disso. É um passo importante para proteger a população, especialmente os mais jovens”, afirmou.

Com a promulgação, Pernambuco passa a contar com um marco legal específico para enfrentar a ludopatia. A expectativa é de que a nova legislação contribua para conter o avanço desse vício silencioso e ofereça alternativas de prevenção, acolhimento e proteção para milhares de pernambucanos.

Outra lei do pastor

A Assembleia Legislativa de Pernambuco promulgou e publicou, na última quinta-feira, 2 de outubro, a Lei nº 18.908/2025, que garante à gestante o direito de escolher a via de parto no SUS em Pernambuco, assegura o acesso à analgesia (medicação ou anestesia para aliviar a dor do parto) e prevê a oferta de DIU no pós-parto. O texto tem a atual deputada federal Clarissa Tércio (PP) como uma das autoras e foi desarquivado por iniciativa do deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP), o que viabilizou a votação e a promulgação.

Pela lei, a cesariana eletiva pode ser solicitada até a 37ª semana, após orientação sobre benefícios do parto normal e riscos de cesarianas sucessivas. A decisão deve constar no prontuário e requer, no mínimo, cinco consultas de pré-natal. Se a opção da paciente não for observada, o médico deve justificar por escrito.

 

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