Isaac Silva é Pastor auxiliar na Assembleia de Deus em Recife (IEADPE) Foto: Divulgação/RBNTV
O Pastor Isaac Silva, da Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), lançou um alerta direto: cristãos não podem se omitir da política. “Vamos apenas assistir à história ou decidir fazer parte dela?”, questiona, em vídeo que já repercute nas redes sociais. Para ele, a fé deve mover os crentes não apenas aos bancos das igrejas, mas também à arena pública, influenciando a sociedade com princípios bíblicos.
Segundo o pastor, a política não precisa ser suja para quem atua com retidão. “Quando homens e mulheres de fé se levantam, a sociedade é profundamente impactada e quase sempre transformada para melhor”, afirma. E ele não se limita a teorias: cita exemplos históricos concretos de cristãos que mudaram o mundo.
William Wilberforce, político britânico convertido ao cristianismo, poderia ter abandonado a vida pública, mas escolheu permanecer para combater o tráfico de escravos no Império Britânico. Já John Newton, ex-traficante de escravos e compositor do hino “Graça Maravilhosa”, tornou-se pastor e denunciou a escravidão com sua voz e ações.
Nos Estados Unidos, Martin Luther King Jr., pastor batista, desafiou leis injustas e ajudou a remodelar a constituição americana, mostrando que a fé pode guiar mudanças profundas mesmo diante da opressão. O pastor Isaac reforça: “A Bíblia diz: quando os justos governam, o povo se alegra; mas quando o ímpio domina, o povo sofre. E o Brasil está cheio de ímpios!”.
Ele conclui sua mensagem com um chamado provocativo e urgente: “Cristão, não fique de joelhos apenas dentro da igreja. Levante-se, entre na arena pública e faça diferença. Não é só no ano que vem, mas a partir de agora, cada eleição, cada decisão, cada ato importa para a glória de Cristo”.
O vídeo de Isaac Silva tem gerado debates nas redes sociais, inspirando fiéis a repensarem seu papel na política e questionando aqueles que acreditam que a fé não deve interferir na vida pública. Para ele, a omissão é cúmplice do caos.
17:48, 09 Out
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Uma das mensagens, que teve o autor ocultado por uma tarja preta, diz que o magistrado será "o primeiro a ser fuzilado", em razão de "ter proibido o acesso às armas".
A pesquisa ouviu 5.026 respondentes online entre 3 e 8 de outubro. O nível de confiança é de 95%.
O escritor afirmou em nota que não participará de um eventual governo e que manterá independência para cobrar o cumprimento dos compromissos assumidos.
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