Deputado Pastor Júnior Tércio e deputada Clarissa Tércio. Foto: Divulgação
O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para denunciar o que classificou como perseguição política contra ele e sua esposa, a deputada federal Clarissa Tércio (PP).
Durante o discurso, o parlamentar afirmou que ambos vêm sofrendo ataques por se posicionarem “contra o sistema”.
Segundo Júnior Tércio, setores da "grande mídia" divulgaram informações que apontavam ele e sua esposa como financiadores de atos antidemocráticos.
O deputado negou qualquer envolvimento e disse que a situação gerou grande apreensão em sua família, especialmente pelo receio de serem alvo de uma operação da Polícia Federal.
"Ficamos em aflição, esperando a Polícia Federal bater à nossa porta, mas isso não aconteceu", declarou o parlamentar. Ele reforçou que, na visão dele, enfrentar o sistema político atual tem um preço . Além disso, que esse tipo de ataque faz parte da tentativa de silenciar opositores.
A deputada Clarissa Tércio repercutiu a pesquisa CNT que mostra que 64,8% dos brasileiros afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece ser reeleito para mais quatro anos.
"Queda livre. Mas quem poderia imaginar, não é mesmo? Afinal, depois de tanta “competência”, “transparência” e “compromisso” com o Brasil, só podia dar nisso! O país afundando e a popularidade despencando", escreveu em sua rede social.
A parlamentar ainda afirmou que não "carrega a culpa" de eleger o petista em 2022 e questionou os seguidores sobre o próximo pleito.
"E você? Vai fazer o L e apertar 13 na urna?", concluiu.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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