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Deputado João Paulo pede que Lula rompa relações diplomáticas com Israel por conta do "massacre"

De acordo com João Paulo, a ação é motivada pelo "massacre contínuo promovido pelos israelenses contra o povo palestino".

Jameson Ramos

27 de junho de 2025 às 11:43   - Atualizado às 11:43

Presidente Lula e o deputado estadual João Paulo

Presidente Lula e o deputado estadual João Paulo Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Ricardo Stuckert/Reprodução

O deputado estadual João Paulo (PT) anunciou, na quinta-feira, 26 de junho, que apresentou à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) um pedido para que o presidente Lula (PT) rompa relações diplomáticas com Israel.

De acordo com o petista, a ação é motivada pelo "massacre contínuo promovido pelos israelenses contra o povo palestino".

"Não podemos permanecer em silêncio diante de tantas vidas perdidas, da destruição de hospitais, escolas e da negação dos direitos humanos mais básicos. O Brasil tem uma história de solidariedade com os povos oprimidos — e é hora de reafirmarmos esse compromisso", complementou João Paulo.

Confira o vídeo;

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Entenda o conflito

Israel acusa o Irã de estar próximo de desenvolver uma arma nuclear, e lançou um ataque surpresa contra o país no dia 13, expandindo a guerra no Oriente Médio. No último sábado (21), os Estados Unidos atacaram três usinas nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan.

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O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins pacíficos e que estava no meio de uma negociação com os Estados Unidos para estabelecer acordos que garantissem o cumprimento do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, do qual é signatário.

No entanto, a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) vinha acusando o Irã de não cumprir todas as suas obrigações, apesar de reconhecer que não tem provas de que o país estaria construindo uma bomba atômica.

O Irã acusa a agência de agir “politicamente motivada” e dirigida pelas potências ocidentais, como EUA, França e Grã-Bretanha, que têm apoiado Israel na guerra contra Teerã.

Em março, o setor de inteligência dos Estados Unidos informou que o Irã não estava construindo armas nucleares, informação que agora é questionada pelo próprio presidente Donald Trump.

Apesar de Israel não aceitar que Teerã tenha armas nucleares, diversas fontes ao longo da história indicaram que o país mantém um amplo programa nuclear secreto desde a década de 1950, tendo desenvolvido pelo menos 90 ogivas atômicas.

Os países concordaram com o cessar fogo. 

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