Raquel Lyra abraçada com o seu aliado, Izaias Régis. Foto: reprodução
O deputado estadual Izaias Régis (PSDB) afirmou que permanece leal a governadora Raquel Lyra (PSD) e que, no momento oportuno - durante a janela partidária -, deixará o ninho tucano e seguirá para outro partido, ainda não definido pelo parlamentar.
A posição de Izaias acontece após a Executiva Nacional do PSDB destituir Fred Loyo da presidência estadual da legenda e definir o deputado Álvaro Porto como novo presidente.
Com a chegada de Porto, 32 prefeitos eleitos pelo PSDB em Pernambuco estão de saída da sigla em apoio a governadora já que, no âmbito estadual, a legenda seguirá para a oposição ao governo.
“Lealdade sempre foi um valor presente na minha trajetória. Quem me acompanha sabe da minha longa caminhada ao lado do ex-senador Armando Monteiro, e da mesma forma tenho caminhado com a governadora Raquel Lyra desde sua pré-campanha. E assim continuarei", afirmou Izaias Régis, que até o ano passado era o líder de Raquel na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), presidida atualmente por Álvaro Porto.
Com esta definição, Régis confirma que - mesmo com o seu partido agora integrando a oposição -, se manterá na base de apoio ao Governo do Estado.
Com a chegada de Porto, as principais lideranças políticas do partido estão se desfiliando, como é o caso da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, da prefeita de Igarassu, Elcione Ramos, além de Fred Loyo. Outros 30 prefeitos pernambucanos também já anunciaram as desfiliações (confira a relação abaixo).
Esta debandada de prefeitos enfraquece a legenda no estado. No ano passado, diante da liderança da governadora Raquel Lyra, o PSDB conseguiu se tornar o partido que elegeu o maior número de prefeitos em Pernambuco, desbancando o PSB, que vinha liderando há 16 anos. Agora, Porto precisará trabalhar para atrair novas lideranças para as asas tucanas.
Confira a lista:
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11:50, 13 Fev
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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