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Deputado Alberto Feitosa faz críticas ao Governo Lula sobre o esquema de fraude do INSS, na Alepe

O dano é de mais de R$ 6 bilhões de reais nos cofres do orgão previdenciário descontados irregularmente das aposentadorias de beneficiários.

Eduarda Queiroz

24 de abril de 2025 às 14:29   - Atualizado às 14:30

Coronel Alberto Feitosa.

Coronel Alberto Feitosa. Foto: Divulgação

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa discursou sobre o esquema de inss/">fraude no INSS nesta quinta-feira, 24 de abril, durante sessão no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O parlamentar destacou que, desta vez, o crime atribuído ao governo Lula atinge uma das parcelas mais vulneráveis da população: os aposentados — que trabalharam a vida inteira, enfrentaram cinco anos sem reajuste salarial e ainda arcam com altos custos de saúde.

A crítica foi motivo de embate entre Feitosa e o deputado estadual Doriel Barros (PT) que tentou defender a gestão do presidente e foi prontamente confrontado por Feitosa, que rebateu a fala.

O dano do rombo é de mais de R$ 6 bilhões de reais nos cofres do INSS descontados irregularmente das aposentadorias de beneficiários, que em sua maioria recebem um salário mínimo, para beneficiar entidades privadas teve a participação de servidores públicos do governo atual.

“Alckmin já tinha avisado que Lula voltaria para cena do crime. Um governo cuja narrativa diária é dizer que trabalha pelos mais pobres quando a gente acha que não pode piorar, piora!”, disparou Feitosa.

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Operação Sem Desconto

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu os acordos de Cooperação Técnica com ao menos dez entidades, no contexto da operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal na quarta-feira, 23 de abril. A ação visa desarticular um esquema que teria provocado prejuízos de R$ 6,3 bilhões entre os anos de 2019 e 2024, por meio de descontos não autorizados nos benefícios de aposentados e pensionistas.

A investigação, que conta com a participação da Controladoria-Geral da União (CGU), resultou no cumprimento de 211 mandados de busca e apreensão, além de seis mandados de prisão no Distrito Federal e em outros 13 estados. O foco da apuração são pessoas ligadas às entidades conveniadas, operadores do esquema e servidores públicos.

Segundo os investigadores, as entidades usavam os convênios com o INSS para realizar cobranças diretas na folha de pagamento dos beneficiários, sob a justificativa de oferecer serviços como planos de saúde, seguros e auxílios funerários. No entanto, muitos aposentados e pensionistas afirmaram não ter autorizado os débitos, o que os levou a procurar a Justiça.

A Polícia Federal aponta que os valores obtidos indevidamente eram repassados a empresas de fachada. Apenas um dos grupos empresariais investigados teria movimentado mais de R$ 300 milhões.

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