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Davi Muniz critica João Campos e afirma que a educação "vai muito mal" no Recife

Nesta segunda-feira (30), os professores da rede municipal ocuparam as galerias da Câmara Municipal para pressionar os vereadores a votarem o PL do reajuste salarial. Davi Muniz reforçou o seu apoio à categoria.

Jameson Ramos

30 de junho de 2025 às 15:31   - Atualizado às 15:31

O prefeito do Recife, João Campos, e o vereador Davi Muniz.

O prefeito do Recife, João Campos, e o vereador Davi Muniz. Foto: Montagem/Portal de Prefeitura

O vereador Davi Muniz (PSD) afirmou, durante o seu discurso na tribuna da Câmara Municipal, que os professores do Recife são mal recebidos pelo prefeito João Campos. Segundo o parlamentar, a categoria não é valorizada pelo gestor.

“A educação vai muito mal na cidade do Recife em caso de estrutura, colégio com rodízios, escolas sem estrutura, sem reformas, há mais de anos parado, os professores sendo mal recebidos pelo prefeito da cidade do Recife, com reajuste de 1,5%, de 1 real, uma vergonha para a cidade do Recife”, destacou Davi Muniz.

Confira o vídeo:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Nesta segunda-feira, os professores ocuparam as galerias da Câmara de vereadores para pressionar os parlamentares a retirarem do projeto de lei, que trata do reajuste salarial da categoria, um trecho onde o prefeito João Campos quer que seja autorizado o uso do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) para pagar os abonos da categoria.

O artigo 86 do projeto autoriza o Poder Executivo a ceder até R$ 662 milhões a instituições financeiras públicas ou privadas, em troca da antecipação dos recursos do precatório do FUNDEF, cujo valor total é de mais de R$ 900 milhões. Esses valores, segundo decisão judicial, devem ser incluídos no orçamento da União entre os anos de 2026 e 2028.

Para o SIMPERE, a manobra revela que a gestão João Campos não tem disposição política de garantir o pagamento dos 60% da verba do FUNDEF, com juros, à categoria beneficiária, como determina a legislação.

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Ao tentar antecipar esses recursos para o ano corrente, o governo sinaliza que pretende utilizar o valor para cumprir acordos salariais sem respeitar o direito dos profissionais da educação sobre os juros acumulados: o que segundo a categoria, representa mais uma tentativa de golpe contra os profissionais da educação.

“É inadmissível que os juros desses recursos não sejam considerados. Se há dinheiro para antecipar valores para o presente, também deve haver responsabilidade com quem fez essa educação acontecer lá atrás. Estamos atentos e não aceitaremos manobras que retirem o que é de direito dos professores”, afirma Jaqueline Dornelas, da coordenação do SIMPERE.

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