Fernando Haddad com Máscara de Lula Foto: Divulgação
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu apenas 0,4% no segundo trimestre de 2025, revelando uma desaceleração significativa da atividade econômica. O resultado marca uma mudança de cenário em relação ao início do ano, quando o país havia registrado um desempenho muito acima da média global.
A desaceleração reflete o impacto pontual da safra recorde no primeiro trimestre, que havia impulsionado o crescimento econômico. Sem o mesmo impulso do agronegócio, o país viu o ritmo da economia diminuir, ficando agora em 32º lugar entre 55 países no ranking de crescimento elaborado pela Austin Rating. No primeiro trimestre, o Brasil ocupava a segunda posição.
Apesar do desempenho mais fraco, a projeção da Austin Rating ainda aponta que o Brasil deve fechar 2025 como a 10ª maior economia do mundo. No entanto, a estimativa representa uma queda em relação à previsão anterior, que colocava o país na 8ª posição.
Especialistas destacam que o resultado acende um sinal de alerta: o crescimento econômico segue frágil e concentrado em setores específicos, como o agro, o que torna o país vulnerável a oscilações sazonais e choques externos. A falta de um crescimento mais distribuído entre indústria, serviços e investimentos é vista como um obstáculo à recuperação mais sólida.
Para o segundo semestre, o desafio será reaquecer o mercado interno e estimular a atividade produtiva de forma mais equilibrada. Caso contrário, o Brasil pode manter o título de potência econômica global, mas com crescimento modesto e pouco sustentável no longo prazo.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos dentro de um país, em um determinado período (geralmente um trimestre ou um ano).
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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