Deputada federal Clarissa Tércio. (Foto: Divulgação)
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) obteve na Justiça o direito de resposta contra o perfil “Macumba Ordinária”, após uma publicação nas redes sociais que, segundo a parlamentar, divulgou uma acusação sem fundamento a seu respeito.
O perfil afirmou que Clarissa teria convocado evangélicos para participar da Marcha para Exu com o objetivo de “tirar os demônios do couro dos macumbeiros”. A deputada nega a afirmação e classificou o conteúdo como falso.
A publicação também relacionou a parlamentar a uma suposta utilização da Rádio Novas de Paz para realizar a convocação. Segundo Clarissa, essa informação igualmente não corresponde à realidade.
A deputada afirmou que está afastada de seu programa na emissora durante o período de campanha eleitoral, em cumprimento às regras eleitorais vigentes.
Dessa forma, segundo a versão apresentada por ela, não teria utilizado o espaço na rádio para fazer a convocação atribuída a ela.
Após ser questionado sobre a veracidade das alegações, o perfil manteve a acusação, de acordo com a deputada, mas não apresentou gravação, documento ou fonte que comprovasse o conteúdo publicado.
Diante da situação, Clarissa Tércio recorreu à Justiça para contestar a informação e garantir espaço para apresentar sua versão sobre o episódio. A decisão determinou que o perfil veicule a resposta da parlamentar com o mesmo alcance e destaque da publicação original.
A medida permite que a deputada apresente diretamente ao público sua contestação à acusação divulgada nas redes sociais.
Clarissa lamentou o uso de seu nome na disseminação do que considera uma informação falsa e afirmou defender uma relação de respeito entre pessoas de diferentes crenças. Para a parlamentar, sua fé não deve ser utilizada como instrumento de ataque a outros grupos religiosos.
“Sou evangélica, tenho fé, e jamais usaria minha fé para atacar ninguém. Nenhuma gravação foi apresentada porque essa convocação nunca existiu. Fui à Justiça para garantir que a verdade fosse dita com a mesma força com que a mentira foi espalhada”, afirmou.
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Diretor-geral da Polícia Federal afirmou ao STF que relatórios de inteligência não configuram monitoramento pessoal ou investigação criminal.
Mais cedo, Moraes encaminhou ofício ao presidente do Supremo em que requeria que fossem tornados públicos, "sem exceção", todos os procedimentos contidos ou relacionados ao inquérito.
O ministro destacou que a mídia requerida "está diretamente relacionada" ao julgamento marcado para a próxima terça-feira (15).
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