Homem jogou mochila suspeita em parada de ônibus. (Foto: Divulgação/ PMDF)
Um homem foi preso no início da noite desta quinta-feira, 1° de outubro, ao tentar invadir o edifício-sede do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações das equipes de segurança da Corte, o homem tentou pular a grade de segurança e jogou uma mochila no telhado de uma parada de ônibus.
"Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo", informou o STF.
Neste momento, a Policia Militar do Distrito Federal realiza uma operação com equipes do esquadrão anti-bomba.
"O perímetro foi isolado e permanece sob controle das equipes, aguardando a chegada do Esquadrão Antibombas para avaliação e procedimentos de segurança", informou a PMDF.
A esplanada dos Ministérios foi fechada e a área do STF foi isolada para o trabalho de varredura.
No momento da tentativa de invasão, o presidente do STF, Edson Fachin, já tinha deixado o prédio. No sede, fica a presidência, o plenário, a diretoria-geral e área de imprensa do STF.
Uma sequência de explosões na Praça dos Três Poderes fez o local ser isolado pela Polícia Militar em novembro de 2024. O corpo de um homem foi encontrado no local após os estrondos.
Segundo o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, esse homem morreu em área próxima ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).
A Polícia Federal foi acionada e enviou agentes para a Praça. Ministros da Corte foram retirados às pressas da sede do tribunal.
O barulho pôde ser ouvido tanto do prédio do Supremo como do Palácio do Planalto. Na Sede do STF, os servidores foram levados por seguranças para uma sala segura.
Nas redes sociais circularam imagens de um carro explodindo no estacionamento da Câmara dos Deputados. Essa segunda explosão ocorreu em região que também fica próxima à Praça dos Três Poderes.
Em nota, a Polícia Civil do DF informou que policiais da 5ª Delegacia de Polícia estão no local e confirmou pelo menos uma das explosões em frente ao Supremo nesta quarta-feira, 13.
"A PCDF já deu início às primeiras providências investigativas e a perícia foi acionada ao local", diz a nota.
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Segundo o MPF, os crimes estão relacionados não somente com as causas do acidente, mas também à cultura organizacional da empresa.
Os trabalhos incluem a desobstrução de canais e galerias pluviais, além da recuperação de estruturas de drenagem, com o objetivo de melhorar o escoamento das águas e reduzir os riscos de alagamentos.
As rotas atendem prioritariamente moradores de zonas rurais, contemplando também comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.
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