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Clarissa Tércio atribui prejuízo das estatais ao governo Lula: 'Onde o PT encosta, é corrupção'

Segundo a parlamentar, as empresas públicas voltaram a registrar prejuízos após anos de resultados positivos.

Fernanda Diniz

17 de outubro de 2025 às 16:41   - Atualizado às 17:33

Clarissa Tércio e Lula.

Clarissa Tércio e Lula. Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) publicou nas redes sociais uma crítica ao desempenho financeiro das estatais brasileiras durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a parlamentar, as empresas públicas voltaram a registrar prejuízos após anos de resultados positivos.

No post, Clarissa compartilhou um gráfico comparando o déficit acumulado por governos federais desde 2003, corrigido pela inflação.

Os dados indicam saldo positivo nos primeiros mandatos de Lula, com 41,1 bilhões de reais e 8,37 bilhões de reais, respectivamente, seguido de déficits nos governos Dilma Rousseff, com 8,86 bilhões negativos, Michel Temer, com 2,14 bilhões negativos, e Luiz Inácio Lula da Silva em seu terceiro mandato, com 9,76 bilhões negativos. O governo Jair Bolsonaro (PL) aparece com superávit de 31,22 bilhões de reais.

Em sua publicação, a deputada afirmou que o atual governo teria “transformado resultado positivo em prejuízo recorde, o maior em mais de duas décadas”. Clarissa acrescentou ainda que “o PT tem o toque de Midas ao contrário: tudo o que toca, quebra. Onde o PT encosta, a corrupção é garantida.”

"As estatais voltaram ao vermelho sob o comando do PT. O governo Lula conseguiu transformar resultado positivo em prejuízo recorde, o maior em mais de duas décadas. O PT tem o toque de Midas ao contrário: tudo o que toca, quebra. Onde o PT encosta, a corrupção é garantida", disse a deputada. 

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Clarissa Tércio vota contra MP 

 

A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) votou contra a Medida Provisória 1303/2025, enviada pelo governo Lula, que previa mudanças na tributação de investimentos e aplicações financeiras.

A proposta foi retirada de pauta pela maioria dos deputados no Plenário da Câmara e perdeu validade.

A MP 1303 pretendia alterar regras do Imposto de Renda e retirar isenções de títulos e aplicações, além de criar uma alíquota única de 17,5% para todos os tipos de investimento, independentemente do prazo de aplicação.

O texto representava, na prática, um aumento da carga tributária sobre investidores e empresas, com potencial de prejudicar investimentos e empregos.

Clarissa Tércio destacou que votou pela derrubada da MP por entender que o país precisa de estímulo à produção e ao investimento, e não de novas cobranças que possam desaquecer a economia.

“O Brasil já tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo. Essa MP aumentaria ainda mais os impostos e desestimularia quem trabalha, investe e gera empregos. Votei pela derrubada da análise da MP porque acredito que o governo precisa cortar gastos, e não tirar mais do bolso do cidadão”, afirmou a deputada.

Com a rejeição da Medida Provisória 1303, o Congresso Nacional impediu que entrassem em vigor mudanças que poderiam elevar impostos sobre investimentos e restringir a atividade econômica no país.

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