Ex-presidente Jair Bolsonaro. Créditos: Carlos Moura/Agência Senado
Após semanas sob custódia da Polícia Federal, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia nesta quinta-feira, 25 de dezembro, em um hospital particular de Brasília. O procedimento foi realizado no DF Star e teve como objetivo a correção de duas hérnias inguinais. Segundo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a operação ocorreu dentro do esperado e terminou sem complicações.
Bolsonaro foi encaminhado ao centro cirúrgico por volta das 9h e deixou a sala de cirurgia pouco antes das 13h. Em publicação nas redes sociais, Michelle afirmou que o procedimento foi concluído “com sucesso e sem intercorrências”, tranquilizando apoiadores que acompanhavam a situação desde as primeiras horas do dia.
A internação aconteceu um dia após o ex-presidente receber autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para deixar a Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde 22 de novembro. Ele deu entrada no hospital na manhã de quarta-feira (24), sob escolta e com um forte esquema de segurança.
Por determinação do STF, Bolsonaro permanece sob vigilância constante durante todo o período de internação. Dois agentes da Polícia Federal acompanham o ex-presidente 24 horas por dia no hospital, além de equipes de segurança posicionadas dentro e fora da unidade de saúde.
Esta é a primeira vez que Bolsonaro deixa a carceragem da PF desde a prisão. A expectativa da equipe médica é de que a recuperação siga normalmente, respeitando o tempo necessário para o pós-operatório, ainda sob monitoramento das autoridades.
As hérnias inguinais ocorrem quando parte do intestino ou outro tecido interno atravessa um ponto enfraquecido na musculatura abdominal, formando um inchaço que pode causar dor. No caso de Bolsonaro, o abaulamento foi identificado na região da virilha.
Durante a cirurgia, os tecidos projetados para fora da parede abdominal são reposicionados, e uma tela de material sintético será instalada para reforçar a musculatura e prevenir a recorrência das hérnias. O procedimento requer anestesia geral e pode ser realizado por videolaparoscopia ou por corte convencional, de acordo com a avaliação da equipe médica.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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