Ciro Nogueira solicita investigação urgente Foto: Divulgação /Agência Senado
Em meio a acusações graves publicadas pelo portal ICL Notícias, o senador Ciro Nogueira reagiu com veemência e disse que nunca recebeu qualquer quantia em dinheiro de líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC). A reportagem divulgou que, em agosto de 2024, uma testemunha anônima teria afirmado ter visto uma “sacola de papelão com dinheiro vivo” sendo entregue ao parlamentar em seu gabinete no Senado Federal  .
Diante dessa denúncia, Ciro Nogueira enviou um ofício ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, classificando o episódio como “hipótese absolutamente mentirosa” e pedindo que a Polícia Federal investigue com urgência os registros de entrada em seu gabinete e escritórios, além das imagens de segurança. O senador colocou os sigilos telefônico, bancário e do gabinete à disposição das autoridades para provar que não há vínculo com qualquer facção criminosa  .
Para aprofundar a resposta, Ciro Nogueira solicitou também ao Senado Federal o levantamento das visitas ao seu gabinete no ano de 2024, com foco nos nomes mencionados na denúncia. A estratégia é clara: comprovar que os acusadores utilizam mentiras alimentadas por financiamento público para denegrir adversários políticos, em um momento em que o país clama por responsabilidade pública  .
A reação do senador foi rápida e contundente. Seus aliados afirmam que ele confia no aparato de segurança do Senado e no processo legal para demonstrar sua inocência. Ao mesmo tempo, o episódio acendeu o debate sobre os riscos de denúncias baseadas em fontes anônimas e sua possível manipulação política.
O caso Ciro Nogueira agora entra na fase de investigação formal, com atenção atenta da sociedade e das autoridades competentes. Enquanto isso, o senador busca segurança jurídica e transparência, enquanto as instituições devem responder de forma clara e célere para tranquilizar o país.
Após a veiculação das informações, Ciro Nogueira enviou um ofício ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, em que rebate as acusações. O parlamentar classificou o conteúdo da reportagem como “mentiroso” e afirmou que jamais teve contato com qualquer dos envolvidos. Ele ainda se referiu ao portal ICL Notícias como “pistoleiros de reputação”.
No documento, Nogueira solicitou que a Polícia Federal verifique com urgência os registros de entrada em seu gabinete e escritórios, bem como imagens de câmeras de segurança, para comprovar a inexistência de qualquer reunião com os investigados. Ele também disponibilizou todos os seus sigilos, bancário, telefônico e do gabinete, para apuração.
O senador afirmou que nunca manteve relação com membros de facções criminosas e defendeu que o combate ao crime não seja usado como ferramenta de perseguição política.
"Ao informar Vossa Excelência que essas pessoas jamais estiveram em meu gabinete, que por jamais ter tido proximidade de qualquer espécie, e portanto nunca poderia ter advogado em benefício delas e a inaceitável hipótese de que poderiam ter me favorecido financeiramente, de qualquer forma, é absolutamente mentirosa, peço a Vossa Excelência que determine, com a máxima urgência, à Polícia Federal, que solicite os registros de entrada em meu gabinete no ano citado ou em qualquer ano, e que requeira as imagens e os registros de entrada na sede ou nos escritórios dessas pessoas.
Coloco, por meio deste, TODOS os meus sigilos à disposição (a começar pelos de meu gabinete, de meu telefone e todos os demais para comprovar que em tempo algum mantive qualquer ligação com qualquer facção criminosa. Solicito urgência e quero crer que o importante combate e repressão às organizações criminosas não serão usados como instrumento de perseguição política, por meio da proliferação de informações falsas e absolutamente mentirosas e que jamais aconteceram ou aconteceriam", afirma Ciro Nogueira, em ofício enviado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.
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