01 de outubro de 2018 às 13:08
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Foto: Beto Dantas/ Portal de Prefeitura[/caption]
A carreata pró-Bolsonaro, realizada ontem (30), na capital pernambucana, reuniu não apenas uma multidão no local, mas também pela internet. Uma transmissão simultânea do movimento organizado pelo Coronel da Força Aérea Nacional, Marcos Koury, no Recife, já teve um alcance de mais de 140 mil internautas.
Por cerca de 25 km, as pessoas que não foram às ruas, interagiram durante a carreata através do Portal de Prefeitura, em sua página no Facebook. Somando os resultados de dois vídeo, já mais de 50 mil visualizações e quase 3 mil compartilhamentos.
A carreata foi considerada a maior do estado, com a participação de aproximadamente 15 mil automóveis, mais de 1200 motos e um helicóptero totalmente adesivado com a foto e número do presidenciável, apelidado de anjo 01. Segundo a organização do evento, a carreata alcançou mais de 15 km de extensão em fila tripla.
A ato intitulado pela família e contra a corrupção, também registrou vários momentos de buzinaço, três trios elétricos e 10 carros de som para conduzi-lo. Durante o percurso, gritos de ordem “Ele sim”, fizeram parte do evento, composto por oficiais das forças armadas, policiais, bombeiros, empresários, representantes da Maçonaria, sociedade civil e de vários segmentos religiosos.
Também houve registros de atos em várias cidades do país, entre elas: Londrina, que teve carreata nas principais avenidas, Foz do Iguaçu, Belém, Belo Horizonte, Minas Gerais, São Paulo, Curitiba e Brasília.
Em sua conta no Twitter, Bolsonaro agradeceu as manifestantes que o apoiam ontem (30). "Obrigado São Paulo. Obrigado pelas manifestações de todo Brasil! Vamos juntos mudar nosso País!", afirmou na publicação.
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Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
Segundo a corporação, o senador pediu R$ 131 milhões ao banqueiro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos.
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