O guarda municipal Carlos Henrique de Medeiros, de 45 anos, morreu nesta sexta-feira, 4 de julho, após ser agredido com um barrote de madeira na cabeça.
Guarda Municipal de Ipojuca e o prefeito Carlos Santana. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Reprodução/Divulgação
O prefeito de Ipojuca, Carlos Santana (Republicanos), decretou luto oficial de três dias no município após a morte do Guarda Municipal, Carlos Henrique de Medeiros Alves, de 45 anos, que faleceu nesta sexta-feira, 4 de julho, após ser agredido com um barrote de madeira na cabeça.
"Com profunda tristeza recebemos a notícia do falecimento do nosso guarda municipal Carlos Henrique de Medeiros Alves. Em nome de todos que fazem a gestão municipal, nos solidarizamos com a família, companheiros de trabalho e amigos que ele fez ao longo da sua jornada", disse Carlos Santana.
"Aproveitamos para agradecer pelos serviços prestados com responsabilidade e compromisso com a nossa população ao longo dos últimos 14 anos de dedicação. Em reconhecimento à sua contribuição ao serviço público, decretamos luto oficial de três dias. Que Deus conforte o coração de todos neste momento de dor", complementou o prefeito.
Confira o vídeo abaixo:
No mês de abril, o jovem de 17 anos sofreu uma abordagem enquanto estava em uma motocicleta e houve um desentendimento seguido de luta corporal entre os dois.
O veículo, segundo relato do adolescente ao pai, teria sido apreendido de forma violenta, o que motivou acusações de agressão por parte da família contra os agentes envolvidos.
Após avistar Carlos em um posto enquanto lavava o próprio carro em um lava-jato, no Centro de Ipojuca, quando foi surpreendido com dois golpes na cabeça. Ele foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ipojuca e, em seguida, transferido para o Hospital da Restauração (HR), no Recife.
No mesmo dia, após o ataque, o responsável foi encontrado no bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife, de noite. Ele e o pai foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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