Carlos Bolsonaro Foto: Câmara do Rio de Janeiro
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira, 29 de agosto, para relatar o delicado estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em Brasília.
Em publicação, Carlos afirmou que Bolsonaro está “magro, sem vontade de se alimentar” e sofre com “intermináveis crises de soluço e vômitos”.
Segundo o vereador, a visita mais recente ao pai ocorreu após uma semana sem contato presencial. Carlos descreveu o reencontro como emotivo e afirmou que passou o tempo ao lado do ex-presidente conversando ou em silêncio.
“O Velho está magro, não tem vontade de se alimentar e segue enfrentando intermináveis crises de soluço e vômitos. Dói demais ver tudo isso, mas sinto como obrigação compartilhar um pouco da realidade do momento com todos que estão sofrendo junto conosco”, escreveu.
Ele também criticou a legalidade da prisão domiciliar imposta ao ex-chefe do Executivo, classificando a medida como "ilegal e desumana".
“Estava com saudade de visitar meu pai, mesmo tendo passado apenas uma semana desde a última vez. Hoje tive novamente a oportunidade de estar com ele em sua prisão domiciliar ilegal e desumana”, declarou o vereador.
Carlos agradeceu ainda as manifestações de apoio que a família tem recebido:
“Agradeço de coração pelas orações – continuem firmes! Um forte abraço a todos!”
Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o ínicio de agosto, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no âmbito das investigações sobre tentativa de golpe de Estado após o resultado das eleições de 2022.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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