Deputada federal pelo PL, Carla Zambelli. Foto: Reprodução
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) revelou no domingo, 16 de março, que enfrenta episódios de depressão profunda. Segundo a parlamentar, uma crise recente foi desencadeada por uma troca de medicamentos na última semana.
Para manter suas atividades na Câmara dos Deputados, Zambelli explicou que precisou votar remotamente em diversas ocasiões.
"Algumas pessoas mais próximas já estão cientes e que inclusive votei diversas vezes à distância para poder cumprir com minhas obrigações, mas também tentar me tratar", declarou.
Na nota divulgada, a deputada destacou a importância da saúde mental e mencionou um projeto de lei de seu gabinete que busca ampliar o acesso a tratamentos psicológicos e psiquiátricos.
"A saúde mental é algo sério e que aflige boa parte da população atualmente, por isso que meu gabinete apresentou um projeto de lei que ajuda pessoas carentes a acessar o tratamento com psiquiatra e psicólogo mais prática e rapidamente", afirmou.
Zambelli encerrou sua declaração expressando sua fé e esperança na recuperação.
"Oro a Deus que possa me ajudar a superar os obstáculos que venho enfrentando", concluiu.
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para 21 de março, o início do julgamento virtual que pode condenar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.
Em agosto de 2023, Zambelli se tornou ré no Supremo pelo episódio em que sacou uma arma de fogo. Ela perseguiu o jornalista Luan Araújo, às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.
A perseguição começou após Carla e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.
O julgamento será realizado pelo plenário virtual da Corte. Nesta modalidade, os 11 ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.
A sessão virtual está prevista para ser encerrada no dia 28 deste mês.
O processo foi liberado para julgamento pelo relator, ministro Gilmar Mendes. A revisora da ação penal é a ministra Cármen Lúcia.
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O ex-governador de Pernambuco afirmou que pode retomar as atividades na instituição após cumprir o período de quarentena previsto na legislação.
A fala do petista ocorre em meio a outras iniciativas que buscam atrair as mulheres. Uma delas é o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.
O deputado era casado com a parlamentar Fernanda Melchionna, que também pertence à mesma sigla.
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