O placar está em 4 a 1 para condenação do ex-presidente, com três votos para também punir seu companheiro de chapa na disputa eleitoral de 2022, Walter Braga Netto.
31 de outubro de 2023 às 21:06
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por abuso de poder em razão do uso político das comemorações do 7 de Setembro do ano passado. O placar está em 4 a 1. Também há três votos para tornar inelegível seu companheiro de chapa na disputa eleitoral de 2022, Walter Braga Netto, e dois contrários. O relator, Benedito Gonçalves, votou para declarar Bolsonaro inelegível novamente pelo período de 8 anos. O ministro não viu gravidade para declarar a inelegibilidade de Braga Netto, mas votou pela aplicação de multa a ambos: para Bolsonaro, no patamar máximo de R$ 425,6 mil, e para Braga Netto, no valor de R$212,8 mil. Leia mais: >>> BOLSONARO: TSE retoma JULGAMENTO sobre USO ELEITORAL do 7 de setembro >>> MAURO CID contou em DELAÇÃO QUE BOLSONARO pretendia ESCONDER alvos da PF no ALVORADA, diz site Na última terça-feira, o ministro Floriano Azevedo Marques seguiu o relator quanto à condenação de Bolsonaro e à aplicação de multa, mas abriu divergência sobre Braga Netto. Para Azevedo, o ex-ministro da Defesa também deve ficar inelegível. Hoje, os ministros André Ramos Tavares e Cármen Lúcia seguiram Azevedo para declarar a inelegibilidade de Bolsonaro e de Braga Netto. Já o ministro Raul Araújo votou para rejeitar integralmente os pedidos. Para ele, não houve nenhuma conduta vedada por parte de Bolsonaro e Braga Netto. Em seguida, vota o ministro Kássio Nunes Marques e, por último, Alexandre de Moraes. Um deles deve votar contra Braga Netto para o ex-ministro da Defesa e pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro ficar inelegível por oito anos. Estadão Conteúdo
4
05:54, 07 Mar
24
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo a parlamentar, parte da oposição utiliza a retórica conservadora para proteger políticos corruptos e interesses próprios.
O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.
O acordo foi decidido durante reunião de líderes com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
mais notícias
+