Após a repercussão de sua fala, o padre anunciou que sua publicação foi 'censurada' e chamou a ação do Instagram de 'perseguição'.
17 de dezembro de 2021 às 17:21
O Padre Overland de Morais Costa, da Arquidiocese de Cuiabá no Mato Grosso criticou a obrigatoriedade do passaporte sanitário que irá obrigar a população a apresentar o comprovante da vacina contra Covid-19 para acessar alguns estabelecimentos e eventos. Em vídeo que circula na internet, o padre critica o passaporte e afirmar que a obrigatoriedade retira a liberdade das pessoas e "é o ensaio da besta, é o início do reino do anticristo".
"O passaporte sanitário é o ensaio da besta, o passaporte sanitário é o início do reino do anticristo. Porquê? Por que hoje para ter aquele passaporte (sanitário) você precisa renunciar à sua inteligência. Eu não estou dizendo que você não deve tomar a vacina, você é livre. Eu estou dizendo que você não deve ser obrigado a dizer algo contra a sua consciência e inteligência. Porque hoje eles nos acostumam a ceder e a dizer 'nossa, eu não tenho vontade de tomar algo porque diz: se eu tomar eu posso pegar, se eu tomar eu posso morrer, se eu tomar eu posso transmitir'", explicou o sacerdote.
https://www.instagram.com/p/CXmNZh7LHvx/ Ver mais: >> Ministro Barroso, do STF, determina obrigatoriedade de passaporte vacinal Em suas redes sociais, o padre anunciou que sua publicação foi 'censurada' e chamou a ação do Instagram de 'perseguição'.
"MAIS UMA VEZ CENSURADO! A perseguição se torna cada vez mais intensa! Não podemos postar nada que desagrade os “checadores”. Quais são os critérios? Os do momento, aqueles segundo as conveniências deles… Nós, que buscamos a Verdade, precisamos nos unir cada vez mais e ir migrando pouco a pouco para outras plataformas sociais em que possamos nos expressar com liberdade. Enquanto isso, continuemos combatendo o bom combate pela VERDADE!", escreveu.
https://www.instagram.com/p/CXiwizcl3Xe/
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O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.
O acordo foi decidido durante reunião de líderes com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
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