Em 2021, o escritor teve diversos problemas de saúde, que o levaram a uma série de internações em São Paulo e nos EUA.
25 de janeiro de 2022 às 06:45
O filósofo e escritor Olavo de Carvalho morreu na segunda-feira, 24 de janeiro, aos 74 anos, nos Estados Unidos, onde vivia. A informação foi dada pela família nas redes sociais do escritor. 
“Com grande pesar, a família do professor Olavo de Carvalho comunica sua morte na noite de 24 de janeiro, na região de Richmond, na Virgínia, onde se encontrava hospitalizado”.
https://twitter.com/opropriolavo/status/1485840173262901250?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1485840173262901250%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fnoticias.r7.com%2Fpolitica%2Fwww.estadaoconteudo.com.br Leia mais: >>> Olavo de Carvalho vê “briga perdida” em 2022 e diz que Bolsonaro o usou: “Não existe direita. Existe bolsonarismo” Natural de Campinas, São Paulo, ele deixa a esposa, Roxane, oito filhos e 18 netos. A causa da morte não foi divulgada. Recentemente, Olavo esteve internado em hospital no Brasil com problemas cardíacos.
“Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do país, o filósofo e professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho. Olavo foi gigante na luta pela liberdade e farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre”, afirmou.
“Se alguém acha que eleger o Bolsonaro uma segunda vez vai deter a ascensão comunista, por favor me explique por que exatamente o oposto aconteceu na primeira vez”, afirmou na terça-feira, 28 de dezembro, em seu perfil do Facebook.Uma seguidora perguntou então quem ele sugeriria para a Presidência. O escritor respondeu:
“Vou votar no próprio Bolsonaro, por falta de alternativas.”As críticas de Olavo continuaram nas redes:
“De luta anticomunista, o Bolsonaro não entende PORRA NENHUMA”, escreveu em seu perfil no Twitter. “Atacar a Globo em vez do Foro de São Paulo é, para usar a expressão bíblica, coar o mosquto e engolir o camelo.”
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O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.
O acordo foi decidido durante reunião de líderes com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
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