Deputada Clarissa Tércio celebra decisão da AGU. Fotos: Câmara dos Deputados e Rafa Deddermeyer/ Agência Brasil
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) comemorou, em suas redes sociais na quarta-feira, 29 de janeiro, o cancelamento da licitação de R$ 1,3 milhão para a compra de cortinas pela Advocacia-Geral da União (AGU).
“A Advocacia-Geral da União queria gastar R$ 1,3 milhão em cortinas! Mas, diante da indignação popular, a licitação foi cancelada”, escreveu a parlamentar.
Clarissa ressaltou que esse valor poderia ser investido em áreas mais urgentes, como saúde e segurança pública.
“Enquanto isso, hospitais sofrem com a falta de estrutura, escolas precisam de melhorias e a segurança segue abandonada. Quem governa precisa ter prioridades! Dinheiro público é sagrado e deve ser usado para beneficiar o povo! Vamos continuar fiscalizando e cobrando transparência!”, afirmou.
A AGU explicou em nota que, ao tomar conhecimento da proposta feita por uma unidade regional, a Secretaria-Geral de Administração decidiu interromper o processo. Portanto, nenhum contrato será firmado.
Além disso, a pasta esclareceu que as unidades regionais da AGU possuem autonomia para iniciar processos de registro de preços com base nos valores praticados pelo mercado.
Na última sexta-feira (24), Clarissa Tércio anunciou em suas redes sociais que assinou um pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a parlamentar, Lula teria cometido crime de responsabilidade.
“O Brasil não suporta mais o desgoverno Lula destruindo o nosso país. Além do fracasso da gestão, ele e seus aliados querem pagar por um programa sem previsão no orçamento. O Tribunal de Contas da União bloqueou o Pé-de-Meia por violação das regras orçamentárias. Isso configura crime de responsabilidade e é motivo suficiente para o impeachment. É hora de voltarmos às ruas e lutar pelo FORA, LULA!”, declarou.
A oposição intensificou as críticas ao governo após o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar o bloqueio de recursos bilionários do programa Pé-de-Meia. A decisão foi tomada pelo plenário da corte na quarta-feira, 22 de janeiro.
O TCU apontou que os valores destinados ao pagamento de benefícios para estudantes, provenientes do Fundo de Custeio da Poupança de Incentivo à Permanência e Conclusão Escolar (Fipem), não estavam devidamente previstos na Lei Orçamentária Anual.
Líderes oposicionistas acusam o governo de cometer irregularidades fiscais. Para eles, a situação se assemelha às pedaladas fiscais que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
2
23:33, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.
As propostas também reestruturam gratificações e criam novos tipos de licença para os funcionários das duas Casas.
Proposta em tramitação no Senado busca valorizar o magistério e prevê compensação fiscal com tributação sobre apostas esportivas.
mais notícias
+