Brasil ocupa última posição em ranking de competitividade industrial, aponta CNI Foto: CNI
O Brasil ficou na 18ª e última colocação no mais recente ranking de competitividade industrial divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento compara o desempenho brasileiro com o de outras 17 economias globais e leva em consideração diversos fatores, como ambiente macroeconômico, educação, infraestrutura, inovação e desenvolvimento humano.
Segundo a CNI, a posição desfavorável é reflexo de obstáculos estruturais que há décadas comprometem o desempenho da indústria nacional. Entre os principais gargalos identificados estão os juros elevados, a complexidade do sistema tributário e a baixa qualificação da mão de obra. Esses fatores, combinados, dificultam o aumento da produtividade e reduzem a capacidade do setor industrial de competir internacionalmente.
Apesar do resultado geral negativo, o Brasil apresentou um bom desempenho em um dos critérios analisados: descarbonização. O país ficou em 2º lugar neste quesito, graças ao uso de fontes renováveis na matriz energética e ao potencial em bioenergia. Para a CNI, esse diferencial pode representar uma vantagem estratégica no novo cenário global, que valoriza práticas sustentáveis e baixas emissões de carbono.
Diante dos desafios, a entidade reforça a importância de dar continuidade à política Nova Indústria Brasil, lançada recentemente pelo governo federal. O programa propõe uma série de medidas para modernizar o parque industrial, promover a inovação e estimular a transição para uma economia mais verde. A CNI acredita que essa estratégia deve ser encarada como um plano de longo prazo, com metas claras e apoio institucional constante.
“O Brasil precisa atacar os entraves históricos que impedem sua indústria de crescer com competitividade. A Nova Indústria Brasil é um passo necessário, mas será preciso garantir sua continuidade e efetividade”, afirma o estudo.
O ranking funciona como um termômetro da capacidade produtiva do país e reforça a urgência de reformas estruturais para reposicionar o Brasil no cenário industrial global.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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