Ex-presidente Jair Bolsonaro em hospital. Foto: Divulgação
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir nesta segunda-feira, 15 de dezembro, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que o político seja autorizado a deixar a prisão para realizar uma cirurgia de emergência e passe a cumprir prisão domiciliar.
Bolsonaro está preso desde 22 de novembro em uma sala da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação por tentiva de golpe de Estado na ação penal da trama golpista.
A petição dos advogados foi protocolada um dia após Bolsonaro passar por um exame de ultrassom, que confirmou o diagnóstico de hérnia inguinal. O procedimento foi feito com um equipamento portátil e autorizado por Moraes.
“A partir desse exame, o médico responsável pelo acompanhamento do peticionário, Dr. Claudio Birolini, elaborou novo relatório médico, no qual, de forma expressa e fundamentada, reitera a necessidade de realização do procedimento cirúrgico de herniorrafia inguinal bilateral, em regime de internação hospitalar, sob anestesia geral, com tempo estimado de permanência entre cinco e sete dias”, afirmou a defesa.
Os advogados reforçaram o primeiro pedido de urgência na cirurgia, que foi feito na semana passada, e ainda não foi julgado porque o ministro determinou que Bolsonaro passe por uma perícia médica oficial, que deve ser realizada pela própria PF, no prazo de 15 dias.
Ao determinar a realização da perícia, Moraes disse que os exames apresentados pelo ex-presidente são antigos.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) divulgou na última sexta-feira, 12 de dezembro, um vídeo que mostra o estado de saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
As imagens exibem ex-chefe do Executivo apresentando uma crise de soluço enquanto dorme, em um registro que, segundo o parlamentar, foi gravado antes da sua prisão.
A publicação ocorreu nas redes sociais de Carlos Bolsonaro e veio acompanhada de um longo texto no qual ele relata preocupação com a condição clínica do pai.
O vereador afirmou que o episódio apresentado no vídeo representa reflexos da facada sofrida por Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. Carlos também destacou que decidiu tornar o material público apesar do desconforto pessoal, por entender que a situação exige atenção.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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