O presidente falou sobre o assunto ao deixar o Palácio do Planalto nesta terça (27)
27 de agosto de 2019 às 10:09
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Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil[/caption]
Nesta terça-feira (27), o presidente Bolsonaro falou que poderia aceitar o dinheiro oferecido pelo G7 para combater os incêndios na Amazônia. Mas, para que isso acontecesse, o presidente da França, Emmanuel Macron, precisa pedir desculpas por tê-lo chamado de mentiroso em relação à política ambiental brasileira.
"Primeiramente, o senhor Macron deve retirar os insultos que fez à minha pessoa. Depois, informações que eu tive, de que nossa soberania está em aberto na Amazônia. Então, realmente, para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar", argumentou.
O Palácio do Planalto informou que rejeitaria a ajuda de 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões), na noite desta segunda-feira (26), dinheiro prometido pelo G7 para auxiliar no combate às queimadas na floresta amazônica. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o valor poderia ser melhor utilizado no reflorestamento da Europa. A decisão é contrária ao que o ministro do meio ambiente, Ricardo Salles falou.
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O presidente tem falado em "construção de um amplo diálogo" entre trabalhadores, empregadores e Congresso Nacional para a aprovação da proposta.
O então candidato a presidente foi esfaqueado enquanto cumprimentava apoiadores durante um ato de campanha em Juiz de Fora.
A iniciativa faz parte de uma ação do Ministério da Educação (MEC) voltada à valorização dos profissionais da educação básica.
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