Pernambuco, 13 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Bolsonaro: 'Lula está aplicando mais impostos para os mais humildes'

O ex-presidente se referiu ao decreto de corte de R$ 15 bilhões que afetará a Saúde e Educação.

Everthon Santos

01 de agosto de 2024 às 19:04   - Atualizado às 19:04

Ex-presidente Bolsonaro.

Ex-presidente Bolsonaro. Ex-presidente Bolsonaro.

Nesta quinta-feira, 1º de agosto, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi até as redes sociais para fazer uma crítica ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

? Entre no nosso grupo de WhatsApp e receba as notícias do Portal de Prefeitura no seu celular

De acordo com Bolsonaro, o petista está aplicando mais impostos para "os mais humildes".

https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1818971133573558434

Corte de R$ 15 bilhões

As pastas do governo Lula terão de indicar quais ações irão congelar a fim de cumprir a contenção de R$ 15 bilhões no Orçamento de 2024.

O governo Lula vai divulgar o decreto que define o quanto de cada ministério precisará ser retido para cumprimento do arcabouço e da meta fiscal de 2024.

O ato, contudo, só vai apresentar a divisão do bloqueio e do contingenciamento por órgão. Eles terão até 6 de agosto para indicar quais ações e programas serão afetados.

Apesar dessa liberdade dos ministérios, a ala política do governo que cuida das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), bandeira da gestão Lula, se prepara para tentar proteger o máximo possível do orçamento destinado à medida – inclusive de obras que ainda não foram contratadas, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

O espaço para congelar recursos ainda não empenhados dentro do PAC é relativamente pequeno. O empenho significa, na prática, que o Executivo federal está comprometendo aquela despesa no Orçamento – o que faz com que o dinheiro não seja cortado.

Dados levantados pelo Estadão/Broadcast no Painel do Orçamento Federal do Ministério do Planejamento nesta terça-feira, 30, mostram que, dos R$ 54,2 bilhões de dotação atual para o programa no ano, R$ 36,8 bilhões foram empenhados – o que corresponde a 68% do montante previsto.

Os ministérios com a principal fatia de recursos do PAC – Transportes e Cidades – já comprometeram a maior parte dos recursos previstos em 2024.

A ala responsável pelo PAC trabalha para que a restrição da contenção orçamentária às despesas ainda não empenhadas pelas pastas não penalize demais o programa. O entendimento é de que o corte geral não pode recair exclusivamente sobre o orçamento de obras não iniciadas, provocando um apagão forçado de novas contratações.

Em razão desse quadro de indefinição, qualquer estimativa de quanto do programa de obras será congelado é apontada como “chute” nos bastidores. As apostas, no entanto, já estão circulando. Há quem defenda que, dos R$ 15 bilhões, até um máximo de R$ 4,5 bilhões incida em ações do PAC.

Para isso, uma das ideias gestadas no Planalto é promover uma orientação para as pastas, impondo um limite do que pode ser afetado no PAC dentro da cifra que será congelada por cada ministério.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

11:03, 13 Fev

Imagem Clima

27

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Agora É Rubem e João Campos.
Pergunta

"Vai ter puxadinho no concurso da Guarda?", questiona vereador do PSB que deixou base de João Campos

O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".

Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.
Situação

Ministro Toffoli soma 25 pedidos de impeachment no Senado; três são ligados ao caso do Banco Master

O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.

Senador Flávio Bolsonaro.
Posição

Flávio Bolsonaro afirma que, se eleito, manterá Bolsa Família "enquanto as pessoas precisarem"

Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.

mais notícias

+

Newsletter