Bolsonaro com a faixa de presidente. Foto: Reprodução
Mesmo inelegível até 2030 após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, na quinta, 27 de março, que vai disputar as eleições no próximo ano e irá subir a rampa do Palácio do Planalto.
"Nós vamos vencer e, em 2027, eu vou subir a rampa do Palácio do Planalto, com apoio do povo brasileiro, para continuar minha missão de derrotar o crime que assola os brasileiros e de trazer a lei e a ordem de volta ao Brasil. Nós vamos acabar com essa caça às bruxas e restaurar a Justiça e todas as nossas liberdades. O arbítrio não triunfará", publicou Bolsonaro nas redes sociais.
A declaração acontece após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedir o arquivamento da investigação sobre suposta falsificação de cartões de vacina contra a covid-19. Gonet apontou que não há elementos que justifiquem a responsabilização do ex-presidente.
O caso foi arquivado, na sexta, 28 de março, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Bolsonaro salientou que teve sua vida revirada desde 2018, quando disputou pela primeira vez a Presidência do Brasil e saiu vitorioso, mas que - segundo ele -, não encontraram nenhum ato de corrupção. "Tiveram que inventar versões falsas, criar inquéritos sem base e fabricar uma acusação de “golpe” para tentar explicar as razões por trás do rastro de abusos, excessos e ilegalidades cometidos por Alexandre de Moraes desde que passou a comandar o inquérito das fake News", disse.
Na quarta, 26 de março, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), tornando Bolsonaro e outros sete aliados réus no processo que investiga a tentativa de golpe de Estado.
Para o líder da direita brasileira, a verdade "irá prevalecer". "A verdade resiste. E o povo brasileiro segue comigo. O apoio ao meu nome só cresce e a comunidade internacional tem enxergado de modo cada vez mais claro o que realmente está acontecendo no Brasil", pontua.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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