Bolsonaro é autorizado por Moraes a realizar cirurgia durante o feriado de Natal Foto: Reprodução/Redes sociais e Gustavo Moreno/STF
O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira, que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja internado e passe por uma cirurgia de hérnia inguinal ainda nesta semana. A decisão determina que Bolsonaro seja internado já nesta quarta-feira (24) e realize o procedimento cirúrgico na quinta-feira (25), feriado de Natal.
O procedimento será realizado para tratar um quadro de hérnia inguinal bilateral e crises de soluço. A equipe médica responsável pela cirurgia classificou a intervenção como eletiva, ou seja, sem caráter de urgência, mas necessária para evitar o agravamento do estado de saúde do paciente.
Bolsonaro está preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação na ação penal da trama golpista.
O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por uma perícia médica realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (PF), que confirmou o diagnóstico de hérnia inguinal bilateral, condição que afeta ambos os lados da região da virilha e exige intervenção cirúrgica.
De acordo com o laudo, apesar de o procedimento ser classificado como eletivo, ou seja, sem caráter de urgência ou emergência, os peritos recomendaram que a cirurgia seja realizada o mais breve possível para evitar o agravamento do quadro clínico.
A avaliação médica apontou ainda uma “piora progressiva” da hérnia, possivelmente provocada pelo aumento da pressão intra-abdominal, associado a crises frequentes de soluço e à tosse crônica relatada pelo ex-presidente. Segundo os especialistas, esses fatores podem ter contribuído para a evolução do problema de saúde ao longo do tempo.
Com base no resultado da perícia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou a realização da cirurgia na última quinta-feira (19). Na mesma decisão, o magistrado negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Bolsonaro, mantendo as condições judiciais já estabelecidas.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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