Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação
Nesta terça-feira, 11 de novembro, completam-se 100 dias desde que o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), está em prisão domiciliar. Durante esse período, ele tem cumprido medidas cautelares, como a proibição de usar celular e de manter contato com investigados.
Essas medidas foram impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que tomou tais decisões após estabelecer restrições no âmbito do inquérito que investiga as articulações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em relação ao sistema Judiciário.
Assim, as restrições de liberdade que o ex-presidente enfrenta não estão relacionadas à condenação do STF, que resultou em 27 anos e três meses de prisão por liderar um plano de golpe. Contudo, a defesa poderá solicitar que esse período seja considerado quando a Justiça determinar a pena a ser cumprida.
Uma pesquisa do Instituto Gerp, divulgada na sexta-feira, 7 de novembro, indica que os principais nomes da direita aparecem numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026.
Mesmo inelegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) continua sendo a principal referência do campo conservador e é o único que venceria Lula em um eventual segundo turno, com 47% das intenções de voto contra 42% do petista.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro soma 30% das intenções de voto no primeiro turno. Em uma simulação de segundo turno, ela empata tecnicamente com Lula, com 47% a 44%.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece com 21% no primeiro turno, contra 33% de Lula. No entanto, em um eventual segundo turno, também há empate técnico entre ambos, com 44% para Lula e 43% para Tarcísio.
O levantamento também investigou a preferência dos eleitores bolsonaristas para uma eventual sucessão. Caso Bolsonaro não possa concorrer, 30% dos seus apoiadores defendem que ele indique Michelle Bolsonaro como candidata, enquanto 24% preferem Tarcísio. Os filhos do ex-presidente, Eduardo e Flávio Bolsonaro, foram citados por 7% e 4%, respectivamente.
O instituto ouviu 2.000 pessoas por telefone entre os dias 1º e 5 de novembro. A pesquisa tem margem de erro de 2,24 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95,55%.
Um novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado no fim de agostro deste ano, revela uma disputa acirrada entre Jair Bolsonaro e Lula para as eleições presidenciais de 2026.
Segundo a pesquisa, Bolsonaro aparece com 44,4% das intenções de voto, enquanto Lula registra 41,5%, configurando um cenário de empate técnico entre os dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2.020 eleitores de todas as regiões do Brasil entre os dias 17 e 21 de agosto, apresentando uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.
Esses números indicam que a disputa presidencial está bastante equilibrada, com diferença dentro da margem de erro, o que torna o resultado tecnicamente empatado.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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