Bolsonaro na Avenida Paulista. Foto: Reprodução/Internet
O expresidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou no sábado, 28 de junho, que apresentará um discurso “diferente” do habitual durante o ato marcado para este domingo (29) na Avenida Paulista, em São Paulo.
Segundo o ex-mandatário, a manifestação será uma oportunidade para “recuperar o espaço deixado para trás” após um período em que teria se mantido à margem do debate político.
Ao falar sobre a manifestação. Bolsonaro declarou que a Justiça não encontrou nada contra ele e classificou como “golpe fictício” o inquérito que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre possível tentativa de golpe.
O ex-presidente demonstrou otimismo com a investigação, afirmando que o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, deve arquivar o caso.
Em live no canal do YouTube, AuriVerde Brasil, Bolsonaro disse que enfrenta investigações infundadas e afirmou ter sido alvo de acusações sem provas, como a de suposta falsificação do cartão de vacina e ligações com o assassinato de Marielle Franco.
O ex-mandatário convocou seus seguidores a comparecer em massa ao ato e afirmou que a esquerda não consegue mobilizar movimentos de rua, pois defendem ideias que, na visão dele, carecem de conteúdo concreto .
“Jamais esperava um dia estar falando aqui em lutar por liberdade, por democracia, por justiça”, disse Bolsonaro, criticando o que chamou de ocupação de espaços por pessoas que “não eram de bem”.
O ato, com lema “Justiça já”, terá participação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
A manifestação foi organizada e financiada pelo pastor Silas Malafaia e busca pressionar o STF em relação ao julgamento de Bolsonaro pela suposta trama golpista.
Bolsonaro está inelegível até 2030, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e há o questionamento de quem será o escolhido para ser apoiado pelo líder da direita
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