Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou piora clínica e será submetido a novos exames de imagens, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star nesta quinta-feira, 24 de abril. Conforme a equipe médica, Bolsonaro teve elevação na pressão arterial e piora nos exames hepáticos.
O ex-presidente continua sem poder se alimentar normalmente, e visitas não são recomendadas. Entretanto, nos últimos dias e em ocasiões diferentes, ele recebeu a visita do pastor evangélico Silas Malafaia, do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, deu entrevista à televisão e até participou de uma live direto da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, onde segue internado desde o dia 13 e sem previsão de alta.
A transmissão ao vivo, promovida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para fazer propaganda de uma linha de capacetes assinada pelo pai, motivou o ex-presidente ser intimado por uma oficial de Justiça nesta quarta-feira, 23.
O Supremo Tribunal Federal (STF) informou ter orientado o oficial de Justiça a aguardar uma "data adequada" para notificar o ex-presidente sobre a abertura da ação penal do plano de golpe, em virtude de sua internação.
Como Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo no dia anterior, o tribunal considerou que ele "demonstrou a possibilidade de ser citado e intimado hoje (quarta-feira)".
Réu por tentativa de golpe de Estado, ele reagiu reclamando com a oficial encarregada da tarefa, pressionando para ler o nome de quem determinou a intimação no hospital e questionando sobre o processo no qual ele é acusado. A profissional, contudo, não tendo nenhum papel no trâmite da ação. As imagens foram divulgadas nas redes sociais.
Estadão Conteúdo
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Candidata ao Senado participou de sabatina em Caruaru e defendeu investimentos em infraestrutura, tributação e geração de empregos.
Além da reparação por danos morais, a decisão também manteve o pagamento de aproximadamente R$ 700 referentes aos danos materiais sofridos.
O presidente também declarou que se recusa a falar de política em igrejas e que o tema deve ser tratado apenas nas ruas em comícios.
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