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Barroso diz que é preciso 'saber a hora de sair' e levanta rumores sobre deixar o STF

O ministro passou a presidência do STF ao magistrado Edson Fachin e já havia dado sinais de que poderia antecipar sua aposentadoria.

Isabella Lopes

07 de outubro de 2025 às 13:33   - Atualizado às 13:33

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso.

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. Foto: Carlos Moura/ SCO/ STF

Diante das especulações sobre uma possível saída antecipada do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso afirmou nesta segunda-feira, 6 de outubro, durante o XVII Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre), na Bahia, que "é preciso saber a hora de sair", sinalizando uma possível aposentadoria antes do prazo legal.

"A vida é feita de muitos ciclos. A gente deve saber a hora de entrar e a hora de sair", disse Barroso durante o evento.

O ministro passou a presidência do STF ao magistrado Edson Fachin e já havia dado sinais de que poderia antecipar sua aposentadoria. Embora a saída compulsória de Barroso esteja prevista apenas para 2033, quando completará 75 anos, sua aposentadoria antes do prazo abriria espaço para uma nova indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Corte.

Um dos nomes cotados para a vaga é o do atual advogado-geral da União, Jorge Messias, de 45 anos, considerado um nome técnico e alinhado politicamente ao governo. Caso indicado, Messias poderia atuar no STF por até três décadas.

Outros nomes também são mencionados nos bastidores, como o do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius Marques de Carvalho, o ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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O ministro Luís Roberto Barroso subiu ao palco da festa de despedida dele na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) para cantar clássicos do samba. Com a banda Samba Urgente, de Brasília, Barroso entoou músicas como Eu e você sempre, de Jorge Aragão, e Vou Festejar, de Beth Carvalho

Quando cantou o verso final de O amanhã, samba-enredo da União da Ilha de 1978, Barroso repetiu depois da música a frase em discurso: "O meu destino será como Deus quiser". Em alguns momentos, estava ao lado dele, no palco, a procuradora da Fazenda Nacional Rita Nolasco, namorada do ministro.

A festa foi oferecida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e pelo Conselho de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre). O local escolhido foi uma casa de festas à beira do Lago Paranoá. Antes de começar a cantoria, o ministro disse que foi uma honra presidir o Judiciário pelos últimos dois anos.

Entre os presentes, estavam servidores do STF, juízes e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nenhum ministro do Supremo compareceu à comemoração. No dia anterior, Barroso recebeu os colegas para uma festa reservada na casa dele, em Brasília. O ministro Edson Fachin assume na segunda-feira, 29, a presidência do tribunal.

Estadão Conteúdo 

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