Lula Agência Brasil.
O governo do presidente Lula é desaprovado por 51,8% dos brasileiros, de acordo com levantamento feito pelo AtlasIntel, divulgado nesta terça-feira, 8 de julho. Este resultado representa uma queda de 1,9 ponto porcentual em um mês, quando comparado com a última pesquisa do instituto, realizada em maio, onde o líder petista tinha sua gestão reprovada por 53,7% dos entrevistados.
Com isso, a aprovação do governo Lula cresceu 1,9 ponto percentual, saindo de 45,4% para 47,3%. Outros 0,9% dos entrevistados pelo AtlasIntel não souberam responder.
A pesquisa foi realizada pela Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 27 a 30 de junho de 2025. Foram entrevistadas, via questionários on-line, 2.621 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.
Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) levaria a melhor contra o presidente Lula (PT) no 1º turno. De acordo com a pesquisa AtlasIntel, o líder da direita brasileira teria 46% dos votos, enquanto o atual chefe do Executivo receberia 44,4%.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 4,5% dos votos, enquanto Simone Tebet (MDB) figura com 1,5%. Brancos e nulos seriam 1,8%, enquanto 1,6% declararam que votariam em algum outro candidato.
Em um cenário onde Lula disputa contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o líder petista levaria a melhor, com 44,6% dos votos contra 34% do paulista.
Num possível embate contra a primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o presidente também aparece à frente, com 45% dos votos, ante 30,4% de quem declarou que votaria na presidente do PL Mulher.
Segundo turno
Num eventual 2º turno, Lula só perderia, numericamente, para Bolsonaro, com 47.6% contra 46.9%. O líder petista venceria Michelle Bolsonaro (48% a 47,5%), os governadores Romeu Zema (48% a 38.6%), Ronaldo Caiado (47.8% a 35.3%), Ratinho Jr. (47.3% a 39%) e Eduardo Leite (47% a 23.9%).
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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