Ministro André de Paula. Foto: Portal de Prefeitura
O ex-deputado federal André de Paula (PSD) será empossado como novo ministro da Agricultura na próxima terça-feira, 31 de março, no Palácio do Planalto, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi divulgada pelo Blog do Dantas Barreto.
A mudança coloca o pernambucano à frente de uma das pastas mais estratégicas do governo federal. Atualmente, André de Paula comanda o Ministério da Pesca e Aquicultura, cargo que ocupa desde 2023. Ele deixará a função e transmitirá oficialmente o posto ao sucessor Édipo Araújo.
André de Paula assumirá formalmente o lugar de Carlos Fávaro no comando do Ministério da Agricultura e Pecuária. Fávaro, que é senador, deixa a função em um contexto político no qual se prepara para disputar a reeleição neste ano.
A troca atende a uma articulação interna do PSD. O presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, defendia que André de Paula ocupasse um espaço considerado mais estratégico dentro da Esplanada dos Ministérios. O movimento fortalece a presença do PSD em uma pasta com forte peso econômico e político dentro do governo.
O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, é um político brasileiro com longa trajetória no Congresso Nacional. Advogado de formação, iniciou sua carreira pública em Pernambuco, consolidando-se como uma das principais lideranças do estado. Ao longo dos anos, foi eleito diversas vezes deputado federal, atuando em pautas ligadas ao desenvolvimento regional e à articulação política em Brasília.
Filiado ao PSD, André de Paula construiu uma imagem de político experiente e com forte capacidade de diálogo entre diferentes grupos. Em 2023, assumiu o comando do Ministério da Pesca e Aquicultura no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passando a coordenar políticas voltadas ao setor pesqueiro, à aquicultura e ao fortalecimento de cadeias produtivas ligadas ao pescado.
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A troca no posto ocorreu por meio de uma portaria assinada pelo delegado-geral Andrei Rodrigues.
"Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas não podemos aceitar essa ingerência", afirmou o presidente.
"É uma vitória de quem não aguenta mais ser perturbado. O celular tem que servir para ajudar, não para ser ferramenta de golpista ou telemarketing abusivo", afirma Fábio Teruel, autor do PL.
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