Presidente estadual do PL Anderson Ferreira Foto: Reprodução/Rede Social
O presidente estadual do PL em Pernambuco, Andersom Ferreira, afirmou que o ex-ministro Gilson Machado não tem legitimidade para falar sobre a direita em Pernambuco, nem sobre o partido. Segundo Ferreira, a mudança de Machado para o partido PODEMOS, ligado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, demonstra que ele prioriza projetos pessoais em detrimento dos interesses da base bolsonarista no estado.
“Ele foi para um partido ligado ao Ministério de Lula, com deputados que apoiam Lula. Isso significa que Gilson vai fazer movimentos para eleger deputados que votam em Lula. Então, ele não tem propriedade para falar da direita de Pernambuco, especialmente do nosso partido”, disse Andersom Ferreira.
Segundo o presidente estadual do PL, Machado teria traído Flávio Bolsonaro e a direita pernambucana por conta de um projeto pessoal.
“Um cidadão que passou o tempo todo dizendo que seria candidato ao Senado, em minutos refez sua leitura política e veio para disputar uma cadeira de deputado federal por um partido ligado à esquerda. O projeto dele nunca foi para o crescimento do nosso partido, nem para Flávio Bolsonaro, mas sim um projeto pessoal querendo levar vantagens para si”, afirmou.
Ferreira reforçou que o PL atua para unir pessoas e fortalecer o grupo político local, e não para beneficiar adversários da esquerda. Ele destacou que deputados federais e estaduais do PL trabalham para fortalecer a base e ampliar a representatividade em Pernambuco, diferentemente do que, segundo ele, Machado estaria fazendo em outro partido.
Para o dirigente, a ação de Machado evidencia falta de legalidade e legitimidade para criticar o partido ou a direita estadual. “Gilson hoje não tem propriedade nem legalidade para falar da direita em Pernambuco. Ele é um desertor que traiu Flávio Bolsonaro e a direita no estado”, declarou Andersom Ferreira, em forte posicionamento público.
O episódio reforça tensões internas no cenário político conservador em Pernambuco, especialmente com relação à articulação da base bolsonarista e a presença de políticos que mudam de partido próximo ao período eleitoral. Para o PL, a prioridade é fortalecer a unidade interna e garantir apoio a Flávio Bolsonaro e demais aliados estratégicos, evitando que projetos pessoais comprometam o alinhamento político do grupo.
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