Deputado federal Aécio Neves. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Aécio Neves não disputará a Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi confirmada pelo PSDB nesta quinta-feira, 9 de julho, um dia após o deputado federal e presidente nacional da legenda afirmar, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que está fora da corrida pelo Palácio do Planalto.
Com a definição, o PSDB também informou que não lançará candidato próprio à Presidência nas eleições deste ano. A sigla, no entanto, não detalhou os motivos que levaram à decisão.
A posição representa uma mudança em relação ao cenário de maio deste ano, quando a Executiva Nacional do Cidadania aprovou a pré-candidatura de Aécio Neves.
Na ocasião, o deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP) afirmou que o parlamentar mineiro poderia representar uma alternativa de terceira via para o país, defendendo uma agenda voltada ao equilíbrio fiscal, fortalecimento das instituições e crescimento sustentável.
Durante o anúncio da pré-candidatura, dirigentes também destacaram a trajetória política de Aécio em Minas Gerais e sua atuação no cenário nacional como credenciais para a disputa presidencial. Entretanto, com a desistência confirmada, o PSDB ficará sem um nome na corrida ao Planalto em 2026.
Por maioria de votos, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou em fevereiro de 2024, o arquivamento de um Inquérito (INQ 4830) contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). O pedido foi formulado pela defesa do deputado.
Os fatos dizem respeito à colaboração premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da Construtora OAS, que indicou a suposta existência de crimes envolvendo o pagamento de valores indevidos, entre 2010 a 2012, a Aécio Neves, então governador de Minas Gerais.
O objetivo seria aumentar a presença da empresa em obras no estado, especialmente, o fornecimento de materiais e serviços para a implantação do Programa de Eletrificação Rural “Luz Para Todos”.
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Com isso, o Tribunal de Justiça do Rio (RJ-RJ) vai oficializar, em breve, a queda da liminar que havia concedido à atleta trans para que ela pudesse atuar.
De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
A atuação incluirá ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados e apoio logístico em outros 39 municípios de oito unidades da federação.
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