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Advogados de direita lançam manifesto contra "censura e perseguição" com apoio de Bolsonaro

Além da presença do ex-presidente, o evento deverá contar com a presença da deputada federal Bia Kicis (PL - DF) e do senador Magno Malta (PL-ES). 

Cami Cardoso

22 de março de 2025 às 11:26   - Atualizado às 12:15

Jair Bolsonaro com a faixa de presidente.

Jair Bolsonaro com a faixa de presidente. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Movimento de Advogados de Direita no Brasil vai promover um encontro, no dia 10 de abril, com a presença de Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, para lançar um manifesto jurídico pelas liberdades e "contra a censura e a perseguição no país". Além da presença do ex-presidente, o evento deverá contar com a presença da deputada federal Bia Kicis (PL - DF) e do senador Magno Malta (PL-ES). 

No começo do ano, em virtude de o Prerrogativas ameaçar acionar o Conselho de Ética da Câmara para Cassar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), os advogados conservadores se uniram para apoiar o parlamentar. 

O mesmo aconteceu com a mais recente prisão de Daniel Silveira, na véspera do Natal de 2024. Na época, o movimento apoiou o advogado Paulo Faria, que faz parte da defesa do ex-deputado. 

Detalhes sobre o Movimento

O Movimento de Advogados de Direita no Brasil se iniciou no ano de 2018, em Pernambuco e atualmente reúne mais de seis mil advogados espalhados pelo Brasil. A coordenadora nacional da iniciativa defende que eles "quebram a espiral do silêncio tendo voz ativa na defesa das liberdades".

Em seu histórico, o grupo aparece como responsável pelo Manifesto à Nação em Defesa das Liberdades, que ultrapassou um milhão de assinaturas, em 2022.

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) discursou em fevereiro e atacou a Justiça brasileira. Além disso, ele comentou a  denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o pai, Jair Bolsonaro. Para Eduardo, a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) corre o risco de acontecer. 

Para uma plateia de conservadores nos Estados Unidos, onde participa da Conferência Política de Ação Conservadora (Cpac), Eduardo também pediu que "rezem" pelo seu pai e pelos "presos pelo 8 de Janeiro".

"Até o presidente Jair Bolsonaro corre o risco de ser preso com as mesmas acusações falsas usadas contra líderes de oposição na Venezuela, Cuba e Nicarágua", disse Eduardo. Ele afirmou que o Brasil "se tornou um laboratório de censura e autoritarismo judicial".

 

O ex-presidente também reagiu à notícia da denúncia da mesma forma. Ele comparou o processo jurídico ao qual está implicado com "cartilha conhecida" aplicada na Venezuela, em Cuba e na Bolívia.

Eduardo repetiu os argumentos em defesa do pai, propagados nas redes sociais. Ele afirmou que a tentativa de golpe de Estado é uma "narrativa". Isso não faria sentido já que o pai, Jair Bolsonaro, estava nos Estados Unidos no dia da invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023.

Segundo Eduardo, o que ocorre no Brasil servirá como "um modelo para a tirania judicial em outros lugares", incluindo no país americano.

Essa é a segunda vez no intervalo de um mês que Eduardo está nos Estados Unidos. Eduardo também viajou em janeiro para acompanhar a posse de Donald Trump. Ele e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, entretanto, ficaram de fora da Rotunda do Capitólio, onde a cerimônia aconteceu.

Estadão Conteúdo.

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